terça-feira, 7 de junho de 2011

Galvão no BBB

Eu sempre critiquei o Bial apresentar o BBB pois o Bial sempre foi um cara super inteligente e achei o substituto ideal para apresentar o BBB: Galvão Bueno.
Eu estava esperando a grande despedida do Ronaldo que para mim foi um dos cinco melhores jogadores que vi jogar mas só não mudei de canal porque só passa na Globo. O Ronaldo foi o craque da superação e torci de verdade para ele fazer um gol, e ele teve três chances boas para gol, acho que ele merecia mas o Galvão roubou a cena com comentários chatos e de um puxa saco de carteirinha e o Ronaldo não precisa disso, o mundo gosta do Ronaldo e acredito até mais que Romário mas acho Romário melhor mas o Ronaldo não tem a arrogância de um Romário mas tem um faro de gol igual ao baixinho.
Galvão mostrava o aquecimento do Ronaldo e ele brincava com os filhos no vestiário e não aparecia nervoso nem ansioso mas Galvão insistia em falar que o Ronaldo iria chorar, iria tremer, iria ficar ansioso e nada disso aconteceu, Ronaldo entrou tranqüilo tocou de primeira, não foi fominha, tentou jogadas na maior tranqüilidade e Galvão ficava excitado com as jogadas de Ronaldo e até queria que alguém caísse na área para o juiz dá pênalti, queria que o Ronaldo fizesse gol impedido que exemplo que ele estava dando deveria apresentar o BBB com seus heróis.
A despedida do Ronaldo parecia eliminação do BBB com Galvão fazendo aquele discurso chato e Ronaldo ainda deu volta olímpica andando e assim Galvão falou mais ainda e só salvou a intervenção de Casagrande dando um ar de intelectual a chatice de Galvão.
Ronaldo foi ao centro do campo disse umas vinte frases e não parecia nervoso e nem esboçou um choro, acho que Galvão que estava chorando parecendo uma viúva de Ronaldo, coitado do Neymar que agora é a bola da vez.
E o Galvão irá para Copa América e teremos mais discursos de eliminação do BBB, só espero que o Brasil não seja eliminado mesmo que tenha que agüentar o Galvão até a final e como diz Galvão – Que venham os argentinos – e eles vêm sem medo algum só ele que acha que os argentinos têm medo da gente.

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