Comecei a jogar futebol de mesa em 2009 com ajuda de Frederico Martins e Luiz Fernando, na época jogadores do Fonseca, consegui me classificar para meu primeiro Brasileiro que seria na minha cidade natal, Rio de Janeiro. Apesar de estar em casa, confesso que fiquei meio perdido pela grandeza que é o futebol de mesa mas com a ajuda do eterno mestre Fred comecei a conhecer o pessoal que jogava no Rio, São Paulo, no Sul e no Nordeste. Conheci o campeão mundial, Quinho e logo depois fui conhecer o campeão Brasileiro, Robertinho, troquei camisas com Fabio Borges e o lendário Bad, adicionei a maioria no Orkut e hoje no Facebook.
No ano seguinte o Brasileiro foi em São Paulo e nesse me familiarizei mais com os participantes e alguns já tinha conhecido no Brasileiro passado e adicionei mais gente em redes sociais. Conheci o grande campeão Rhanieri e seu avô Edson, figuraça, conheci o pessoal do Clube dos 500 e sua molecada infernal, aprontaram todas no hotel. Conheci o pessoal do Nordeste que ficamos jogando e rindo até altas horas e vendo o grande desafio entre Eder e Armandinho, joguei contra Dido de Caruaru e rimos tanto que o pessoal da mesa ao lado pediu para diminuir o volume, conheci o Rafael do Ceará e fizemos uma amizade bacana,
E nesse ano Daniel conseguiu trazer o Brasileiro para Poços de Caldas e acho que devemos isso a ele, pois desde o primeiro dia que o conheci ele tinha esse sonho, confesso que no início achava loucura mas aos poucos fui vendo o sonho se tornar realidade. Tive o privilégio de treinar com o bicampeão Robertinho e nem acredito que perdi de diferença de um gol, conheci seu pai, Nilson. Todos que jogaram comigo elogiaram a cidade, o campeonato e a organização, eles nem ligaram para o frio que fazia e tudo correu na maior tranqüilidade. Podemos receber na nossa casa antigos amigos e também novos amigos.
O pessoal do Ginástico comandado por Fred, Ismael, o grande ídolo do Igor, Rogerinho e Cia, o pessoal do Paraná, São Paulo, Nordeste, Rio de Janeiro e Goiás. Teve história nesse Brasileiro com Dido, Bad, Washington, Edson e muitos outros, pena que só tem um brasileiro por ano porque o legal é reunir essa turma toda para jogar botão.
No ano seguinte o Brasileiro foi em São Paulo e nesse me familiarizei mais com os participantes e alguns já tinha conhecido no Brasileiro passado e adicionei mais gente em redes sociais. Conheci o grande campeão Rhanieri e seu avô Edson, figuraça, conheci o pessoal do Clube dos 500 e sua molecada infernal, aprontaram todas no hotel. Conheci o pessoal do Nordeste que ficamos jogando e rindo até altas horas e vendo o grande desafio entre Eder e Armandinho, joguei contra Dido de Caruaru e rimos tanto que o pessoal da mesa ao lado pediu para diminuir o volume, conheci o Rafael do Ceará e fizemos uma amizade bacana,
E nesse ano Daniel conseguiu trazer o Brasileiro para Poços de Caldas e acho que devemos isso a ele, pois desde o primeiro dia que o conheci ele tinha esse sonho, confesso que no início achava loucura mas aos poucos fui vendo o sonho se tornar realidade. Tive o privilégio de treinar com o bicampeão Robertinho e nem acredito que perdi de diferença de um gol, conheci seu pai, Nilson. Todos que jogaram comigo elogiaram a cidade, o campeonato e a organização, eles nem ligaram para o frio que fazia e tudo correu na maior tranqüilidade. Podemos receber na nossa casa antigos amigos e também novos amigos.
O pessoal do Ginástico comandado por Fred, Ismael, o grande ídolo do Igor, Rogerinho e Cia, o pessoal do Paraná, São Paulo, Nordeste, Rio de Janeiro e Goiás. Teve história nesse Brasileiro com Dido, Bad, Washington, Edson e muitos outros, pena que só tem um brasileiro por ano porque o legal é reunir essa turma toda para jogar botão.
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