quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Bobby Moore




















Robert "Bobby" Frederick Chelsea Moore (12 de abril de 1941 - 24 de fevereiro de 1993)
Foi um famoso futebolista inglês que se destacou na posição de zagueiro, considerado um dos melhores do século XX. Disputou a Copa do Mundo de 1970, já tendo, como capitão, erguido a Copa do Mundo de 1966 e disputado a de 1962.
Um dos maiores ídolos do West Ham United, morreu de câncer, em 1993. Em 2004, foi eleito o melhor jogador da Inglaterra dos 50 anos da UEFA, nos Prêmios do Jubileu da entidade, superando Bobby Charlton.
Em 1981, fez parte da gravação do filme Victory (Fuga Para A Vitória), junto a Sylvester Stallone, Pelé e outros jogadores.











Beckenbauer






Franz Anton Beckenbauer (Munique, 11 de setembro de 1945)




Atualmente é dirigente do Bayern Munique, clube com o qual tem sua história entrelaçada. Sua alcunha é der Kaiser ("O Imperador", em alemão). Com a seleção alemã (da então Alemanha Ocidental), foi campeão mundial como jogador (em 1974) e técnico (1990), sendo um dos dois únicos a ter a marca, ao lado do brasileiro Mário Jorge Lobo Zagallo.
Carreira
Nascido na Baviera, ingressou aos 14 anos nos juvenis do Bayern Munique, então um clube pequeno da Alemanha. Na infância, também jogava tênis, tornando-se amigo de Sepp Maier, com quem praticava o esporte. Maier foi convencido relutantemente por Beckenbauer a também jogar futebol, "mais fácil", segundo o futuro Kaiser, que inclusive indicou a melhor posição para o amigo, que não tanta habilidade com os pés: goleiro. Convencer Maier, que também foi para o Bayern, não foi tão difícil para quem já havia peitado o próprio pai, que, aposentado devido a ferimentos que sofrera na Segunda Guerra, não gostava que Beckenbauer utilizasse o único par de sapatos que possuía para jogar futebol.
Quando Beckenbauer e Maier ascenderam ao time principal, em 1965, o rival Munique 1860 vivia melhor momento: havia acabado de ser vice-campeão da Recopa Europeia, tendo levantado em 1964 a Copa da Alemanha pela segunda vez. O Bayern, por sua vez, tinha como títulos a Copa da Alemanha de 1959 e um longínquo campeonato alemão em 1932 e havia acabado de subir da segunda divisão. O time alemão mais vitorioso era o também bávaro Nuremberg, com então sete títulos no campeonato. Paralelamente, Beckenbauer encontraria no elenco outro parceiro, Gerd Müller.
Em sua primeira temporada profissional, o jovem Beckenbauer viu o outro time da cidade ser o campeão da Bundesliga e igualar-se ao número de conquistas do seu time, que ainda por cima não tinha nenhuma expressão internacional. Na Bundes, o Bayern ficou em terceiro, a três pontos do 1860; já na Copa da Alemanha os vermelhos foram campeões. A performance do jovem o levaria de imediato à Seleção Alemã-Ocidental, que o convocaria para a Copa do Mundo de 1966, ao final daquela temporada 1965/66. Maier também foi à Copa, como terceiro goleiro, enquanto Beckenbauer já seria titular.
Beckenbauer e Maier voltaram da Inglaterra com a experiência de terem sido vice-campeões (para a própria Inglaterra), o que parece sido bom para a carreira de ambos e para o clube de ambos. Na temporada seguinte, os dois conseguiriam com o Bayern o que o rival 1860 perdera na anterior: o troféu da Recopa Europeia, o primeiro título internacional do clube. O troféu veio com vitória por 1 x 0 na prorrogação sobre os escoceses do Rangers; a equipe também seria bi da Copa da Alemanha. O habilidoso meia de de futebol vigoroso, liderança natural, passes precisos de curta e longa distância e capaz de desarmar sem fazer faltas acabaria recebendo a alcunha de "brasileiro da Alemanha", antes de tornar-se Kaiser. Outras marcas registradas de seu futebol vistoso eram a elegância com seu porte ereto, passadas largas e a cabeça sempre erguida, além da grande visão de jogo.
Na temporada de 1968/69, viria finalmente o primeiro título do Bayern na Bundesliga, o primeiro troféu do clube no campeonato alemão desde 1932. A conquista ofuscou a decepção da Alemanha Ocidental em relação à Eurocopa 1968: nas Eliminatórias, o país foi desclassificado ao empatar com a inexpressiva Albânia.
Era de Ouro
Após o título, Beckenbauer solidificou sua presença na Seleção, juntamente com os amigos Maier e Müller. Aos poucos, o Bayern desvencilhava-se da rivalidade com o 1860 e formava outra, contra o Borussia Mönchengladbach, campeão da Bundes nas duas temporadas seguintes, em que o Bayern foi vice. A resposta veio com um tricampeonato consecutivo iniciado em 1971. Um outro tricampeonato ocorreria no mais importante torneio europeu de clubes, a Copa dos Campeões da UEFA, que nenhum clube alemão havia conquistado ainda. O Bayern venceria o torneio em 1974, 1975 e 1976, sucedendo um igual tricampeonato do Ajax de Johan Cruijff. O tricampeonato em 1976 lhe renderia sua segunda Bola de Ouro; a France Football lhe entregara a premiação pela primeira vez em 1972.
O primeiro dos títulos foi o mais dramático: o Atlético de Madrid abrira o placar a seis minutos do fim da prorrogação. O lateral Hans-Georg Schwarzenbeck empatou de fora da área nos últimos segundos, forçando um jogo-desempate. Os muniquenses levaram fácil a melhor sobre um adversário abatido, goleando por 4 x 0 semanas antes da Copa do Mundo de 1974, da qual 7 dos 11 titulares vitoriosos na final eram do clube: Beckenbauer, Maier, Müller, Schwarzenbeck, Paul Breitner e Uli Hoeness. Daí vinha a relação que perdura até os dias atuais entre os grandes jogadores da Seleção Alemã e o Bayern.
As duas conquistas europeias seguintes, contra Leeds United e Saint-Étienne, vieram com o time perdendo espaço no Campeonato Alemão; o rival-novo Borussia Mönchengladbach inclusive igualaria o tricampeonato nacional seguido. Aos 33 anos, líder do Bayern desde os 22, Beckenbauer decidiu aceitar proposta do futebol estadunidense. O clube era o Cosmos, que no mesmo período contratara outras estrelas internacionais: o brasileiro Carlos Alberto Torres e o italiano Giorgio Chinaglia. Deixou o Bayern como um dos grandes responsáveis por mudar o destino do clube, que se tornaria o maior da Alemanha, a ponto de deixar a rivalidade com o Munique 1860 de lado para despertar outras em todos os grandes times do país. Ironicamente, era justamente pelo 1860 que o Kaiser torcia e sonhava em jogar antes de iniciar a carreira
O Cosmos já era famoso mundialmente por ter contratado ninguém menos que Pelé em 1975. O Kaiser superou o próprio Rei na eleição do melhor jogador nos Estados Unidos em seu primeiro ano no clube de Nova York (o único ano em que jogou ao lado de Pelé, que se aposentaria), sendo campeão. No mesmo ano em que aceitou o convite, por coincidência ou não, perderia lugar na Seleção: o técnico Helmut Schön o considerava velho e o avisou de antemão que não o incluiria entre os convocados para a Copa do Mundo de 1978.
Outros dois títulos nacionais com o Cosmos viriam em 1979 e 1980, com a equipe contando também com Johan Neeskens, Marinho Chagas e Romerito. Após o terceiro Soccer Bowl pelo Cosmos, Beckenbauer resolveu voltar à Alemanha Ocidental, visando participação na Copa do Mundo de 1982. Escolheu o Hamburgo, sucessor do Mönchengladbach como rival momentâneo do Bayern: o HSV fora campeão em 1979 sobre os muniquenses, e a ordem fora invertida no ano seguinte.
Em sua primeira temporada no Hamburgo, o clube foi novamente vice-campeão contra o Bayern, que somava o seu nono título alemão, tornando-se o maior vencedor do campeonato. Na segunda, que era a temporada justamente anterior à Copa, o Hamburgo levaria a melhor, com seu ex-clube ficando em terceiro. Entretanto, não convocado para o mundial da Espanha, Beckenbauer ficou desgostoso e resolveu voltar imediatamente ao Cosmos, aposentando-se lá no ano seguinte, 1983 - perdendo o bicampeonato do Hamburgo e o título que o clube teria no mesmo ano na Copa dos Campeões da UEFA.


No duelo entre as Alemanha Ocidental e Oriental, na Copa do Mundo de 1974.
Seleção alemã
Foi utilizado pela primeira vez nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 1966, onde começou sua parceria sólida no meio campo da Seleção com Wolfgang Overath, do Colônia. A Alemanha Ocidental classificou-se no grupo que compunha com Suécia e Chipre.
Aos 21 anos, já era eleito um dos melhores de uma Copa do Mundo. Ele, que acabara de chegar à Seleção Alemã-Ocidental, firmava-se rapidamente entre os titulares e seria vice-campeão da Copa do Mundo de 1966. Ao contrário dos volantes da época, que ficavam no desarme e na proteção à defesa, Beckenbauer mostrou logo no jogo inaugural um diferencial, ao partir de seu campo com a bola dominada para o ataque e marcando dois contra a Suíça. Marcou seu terceiro gol nas quartas-de-final, contra o Uruguai, e outro na semifinal, o segundo dos 2 x 1 sobre a União Soviética de Lev Yashin, em belíssimo chute de fora da área em que a bola entrou no ângulo esquerdo do lendário goleiro soviético, após dar a impressão de que sairia. Na final, coube a ele marcar o astro máximo do adversário, a anfitriã Inglaterra: Bobby Charlton. Os dois gênios acabariam então se anulando na decisão, que terminou com vitória britânica por 4 x 2.
Após a Alemanha Ocidental perder pela última vez um torneio importante, ao ser eliminada da Eurocopa 1968, o país foi à Copa do Mundo de 1970 com Beckenbauer já como capitão da Mannschaft, posto que ocuparia por dez anos. Protagonizaria no México uma das cenas antológicas em mundiais, ao participar no sacrifício na semifinal, contra a Itália, em que teve de jogar boa parte do jogo segurando o ombro direito, deslocado. A lesão ocorreu aos 25 minutos de jogo, onde levou uma trombada quando tentava entrar na área italiana; como as substituições permitidas (na época, duas) já haviam sido feitas, ele teve de imobilizar o ombro e voltar ao campo.
Acabaria em vão: os italianos venceriam por 4 x 3 e iriam à final. Antes, nas quartas-de-final, os alemães já haviam sentido o gosto de vingar-se dos rivais ingleses: reverteram uma derrota parcial de 0 x 2 e viraram a partida para 3 x 2, com o primeiro gol da reação sendo marcado pelo Kaiser, que havia inicialmente sido incumbido de marcar novamente Bobby Charlton, resolvendo deixar a vigilância sobre o inglês de lado após o segundo gol adversário. Vinte minutos depois, acertaria de fora da área no canto direito de Peter Bonetti. Os alemães-ocidentais terminariam a Copa obtendo a terceira colocação, para cujo jogo Beckenbauer foi poupado, devido à lesão no ombro.
O primeiro troféu do Kaiser viria dois anos depois, com o título da Eurocopa 1972 sobre a União Soviética. Naquele ano ele, campeão nacional com o Bayern, receberia sua primeira Bola de Ouro como melhor jogador da Europa. Dois anos depois, a Alemanha Ocidental sediaria a Copa. Na primeira fase do mundial de 1974, o país classificou-se sem sustos, com vitórias sobre Chile e Austrália. Perdeu quando podia: na última rodada, para a rival Alemanha Oriental, para a surpresa de muitos e, para outros, a acusação de que o resultado foi "permitido" para os anfitriões não enfrentarem o Brasil na fase de grupos seguinte (como seria disputada a segunda fase do torneio, ao invés de mata-matas).
Na segunda fase, vitórias sobre Iugoslávia e Suécia deixaram a vaga na final ser decidida diretamente contra outra rival, a Polônia. Em jogo duro, os germânicos venceram por 1 x 0 e enfrentariam na final a grande sensação, os Países Baixos de Cruijff, que haviam eliminado a Seleção Brasileira. Se na Alemanha Ocidental ninguém discutia sua liderança, a ponto de ele interferir na escalação da final - preferia o parceiro Overath ao herói da Euro 72, Günter Netzer, acusado de mercenário, o mundo aguardava seu tirateima com o craque neerlandês. A final terminaria em vitória de virada por 2 x 1 para os anfitriões, fazendo de Beckenbauer o primeiro jogador a erquer a Taça FIFA.
Dois anos depois, aos 30 anos, seria vice-campeão da Eurocopa 1976, perdida nos pênaltis para a Tchecoslováquia. No ano seguinte, quando foi jogar nos EUA, perderia seu espaço na Nationalelf e não voltaria mais.
Como treinador
Dez anos após seu último torneio pela Alemanha Ocidental, voltava à Seleção do país como técnico, substituindo Jupp Derwall. Em sua primeira experiência como treinador, foi logo vice-campeão da Copa do Mundo de 1986, mas seguiu-se um decepcionante terceiro lugar na Eurocopa 1988, disputada em casa. No mundial seguinte, a Seleção Alemã-Ocidental reencontraria na final o adversário que a vencera em 1986, a Argentina, em uma luta entre ambas pelo tricampeonato mundial, o que igualaria uma das duas a Brasil e Itália. Dessa vez, a Alemanha Ocidental levou a melhor. Depois da Copa, Beckenbauer deixou o posto para seu ex-colega Berti Vogts.
A segunda experiência como treinador viria na França. Convidado pelo presidente do clube, aceitou a proposta para treinar o Olympique de Marseille após a Copa, mas não teve sucesso; o clube chegou à final da Copa dos Campeões da UEFA de 1990/91 já sem o Kaiser como treinador.
As outras oportunidades como técnico vieram com o Bayern Munique, duas vezes, acumulando já a função de presidente. Foi campeão alemão em 1993-94, assumindo o cargo no decorrer da temporada. Em 1996, na segunda passagem, despediu-se com um troféu, o da Copa da UEFA de 1996. Mantém-se como presidente do Bayern até hoje, tendo também assumido a superintendência do Comitê Organizador da Copa do Mundo de 2006, realizada na Alemanha.
Beckenbauer também é comentarista do caderno de esportes do jornal Bild

Carlos Alberto Torres



Carlos Alberto Torres (Rio de Janeiro, 17 de julho de 1944)
Um dos maiores laterais-direitos da história, ele foi o capitão da Brasil que ganhou a Copa de 70, no México, ficando conhecido como o Capitão do Tri. No que diz respeito aos clubes, Carlos Alberto jogou pelo Fluminense, Botafogo, Flamengo, Santos, e o New York Cosmos. Ele foi o companheiro de Pelé nos últimos dois clubes.
Carioca de Vila da Penha, Carlos Alberto foi revelado pelo Fluminense, onde foi campeão do Campeonato Carioca de 1964 e medalha de ouro pelos Jogos Pan-Americanos de 1963 disputado em São Paulo. Logo depois se transferiria para o Santos.
Quando Carlos Alberto chegou na Vila Belmiro em 1965, o Santos atravessava o seu apogeu, com conquistas brilhantes como o bicampeonato da Copa Libertadores da América e do Mundial de Clubes.
Muitos cronistas dizem que foi um dos maiores laterais direitos que o Brasil e o mundo viram jogar. Tinha habilidade, respeito dos companheiros e, como uma de suas características principais, uma forte personalidade.
Pelo Santos foi pentacampeão paulista em 1965, 1967, 1968, 1969 e 1973, ano em que conquistou seu último título pelo time da Vila Belmiro.
Em 1975 foi vendido ao Fluminense, onde faz parte do time que ficou conhecido como "Máquina Tricolor", sendo bicampeão carioca em 1975 e 1976, semi-finalista dos campeonatos brasileiros destes mesmos anos, depois passando pelo Flamengo.
Carlos Alberto marcou sua história em todos os times que jogou, pois além de talentoso, conseguiu se firmar e ganhar respeito em vários time de craques, mesmo na Seleção Brasileira tricampeã da Copa do Mundo de 1970, onde era um dos líderes e o capitão desta equipe.
Carlos Alberto foi nomeado por Pelé um dos 125 melhores jogadores vivos do mundo em março de 2004. Atualmente é treinador de futebol.
Em seu primeiro ano como treinador, já se consagrou Campeão Brasileiro pelo Flamengo.
Carlos Alberto foi eleito no time de todos os tempos de Santos, Botafogo e Fluminense pela revista Palcar. Teve um filho, Alexandre Torres, que foi zagueiro do Fluminense, Vasco e jogou muito tempo no Japão e conquistou vários títulos.
Carlos Alberto foi eleito da seleção da América do Sul de todos os tempos e um dos melhores em sua posição no munda e ainda jogou muito bem de zagueiro central.

O Santos teve medo.

Quando vi a escalação do time do Santos já sabia que o Barcelona iria golear, eles já tinham enormes chances de ganhar mas o Santos teve medo e respeito demais. Um time para ganhar do Barcelona tem que marcar também sobre pressão ou ter uma defesa muito forte como teve a Internazionale quando os tirou da Copa dos Campeões.
A defesa do Santos nunca foi forte. O Santos ganhou os títulos jogando para frente mesmo na Libertadores quando jogavam fora eles atacavam e sufocavam os adversários mas justo no jogo mais importante Muricy entra com três zagueiros e lembrando que o Santos nunca jogou assim.
Não adianta você colocar muitos zagueiros por o jogo do Barcelona é no meio campo, a Inter jogou até com Eto’o marcando o Daniel Alves. Quando a bola chegava ao ataque do Barcelona pegavam os zagueiros de frente e até eles virarem para pegar os jogadores do Barcelona eles já estavam quase dentro do gol.
Me arrependi de ter acordado cedo. Se visse a escalação um dia antes passava meu domingo de manhã dormindo e veria os melhores momentos mais tarde.
O que eu gosto mais é dos comentaristas, do antes e depois do jogo. Teve comentarista que falou que se o Santos ganhasse seria igual à Copa de 82 que mudou o futebol, o que acho absurdo porque no mesmo ano a Juventus de Turim tinha um time magistral e conquistou o mundo.
Sempre achei que o melhor do mundo é o time do Barcelona que quando a Espanha jogou como o Barcelona ganhou a Copa mesmo sem o Messi que para mim é um craque mas sou fã mesmo do Xavi e Iniesta, acho que sem eles nem o Messi resolveria e lembrar que até nesse esquema o bicho preguiça do Ronaldinho jogou bola e foi o melhor do mundo e depois não fez mais nada. Concordo que o Guardiola também ajudou nesse estilo mas essa filosofia vem desde o tempo de Cruijff que sempre quis o futebol bem jogado com a bola nos pés mas é preciso de um treinador e um elenco capaz de executar. Guardiola foi jogador do Barcelona na época e sabe como o clube funciona e a maioria dos jogadores cresceu ali, isso faz a diferença.
Mas gostaria de ter visto um Santos ousado como foi à temporada toda que mesmo na derrota contra o Flamengo teve 15 minutos arrasadores. O Santos foi anulado o jogo inteiro e ficou dependendo de um lampejo de Neymar e Ganso parecia à seleção do Mano que joga nas costas dos moleques uma responsabilidade muito grande.
Enquanto tiver medo do Barcelona esse time vai ganhar tudo e atropelar quem tiver medo. O Barcelona pode ganhar a Copa dos Campeões mais uma vez mais será mais difícil se não tiverem medo de enfrentá-los.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Os verdadeiros herois.

Eu me tornei bicampeão mineiro de equipes mas esse bicampeonato foi especial demais não só por ter feito os melhores jogos que já fiz, espero que tenha jogos melhores, mas por termos aprendido a jogar em equipe.
Ser campeão individual é muito bom, ser sempre campeão é bom, mas eu acho o de equipe muito melhor. Muita gente acha que uma equipe boa é só ter valores individuais mas não é. Jogar de equipe é diferente e essa vitória mostrou isso.
No início do ano quando me transferi para o Sociedade Mineira muita gente achaou que ganharíamos o equipe até com uma certa facilidade por termos os três primeiros individuais e ainda tínhamos Igor que no final foi bicampeão juvenil.
Mas só isso não basta para ser campeão precisa de algo mais e acho que nesse segundo turno tivemos dois heróis que sem eles não ganharíamos. Depois de um brasileiro de equipes que vimos que não sabíamos jogar em equipe e perdemos até a vontade de jogar equipe voltaríamos a ser somente individual mas queríamos ser campeões de equipes para ganhar a vaga para jogarmos o brasileiro na nossa casa mas não poderíamos ter objetivos individuais e sim de equipes.
Chamamos todos para jogar mas infelizmente alguns não puderam participar e até um dia antes do campeonato só tínhamos três jogadores(equipe se joga com quatro) e o Fernando só chegaria no segundo jogo, o mais importante.
Eu, Daniel e meu pai estávamos confirmados mas não tínhamos mais ninguém mas entrou nosso primeiro herói, Leo, Daniel ligou para legal que estava passando o fim de semana no sítio de sua família mas se comprometeu ir se o Daniel pudesse pega-lo, Daniel foi.
Leo começou a jogar esse ano e um pouco antes do Brasileiro de junho e mesmo assim encarou o brasileiro e depois jogou a Copa Geraldo Decourt. Nossa equipe estava formada para o primeiro jogo.
Eu e Daniel sabíamos que a responsabilidade era nossa e que não podíamos deixar meu pai e Leo nervosos e que qualquer ponto que eles fizessem seriam muito comemorado. E logo na primeira rodada meu pai e Leo venceram assim como eu e Daniel trazendo mais tranqüilidade para equipe e assim ganharmos o jogo com tranqüilidade, agora era esperar o Fernando chegar, mas ele não chegava.
Iríamos jogar contra APCFM, campeã do ano passado e que só precisava de um empate contra a gente para serem bicampeões e o Fernando não chegava. Mais uma vez tranqüilizamos Leo e meu pai e eu e Daniel tínhamos que ser perfeitos.
Felizmente Fernando chegou no intervalo da primeira rodada trazendo mais esperança já que eu e Daniel estávamos ganhando nossos jogos. A primeira rodada acabou empatada e Fernando entraria na segunda mais como viajou o dia todo estava muito cansado e não ganhou na segunda rodada mas eu e Daniel continuamos a ganhar e a segunda rodada terminou mais uma vez empatada.
O Fernando antes da terceira rodada falou para mim que ganharia o próximo jogo dele então eu falei que ganharia o meu também mas a equipe como empate do Daniel passou a frente e na última rodada precisávamos de duas vitórias e o Fernando falou que precisávamos de mais uma porque eu iria ganhar meu jogo mas o mais importante foi o ponto do segundo herói do dia, meu pai que depois de estar perdendo conseguiu o empate que foi muito comemorado com a vitória do Fernando e enfim a Sociedade Mineira se tornará campeã Mineira de 2011.
Ser campeão por equipes não basta ter os melhores jogadores mas sim pessoas que sabem jogar em grupo. Não fui o melhor por ter feito uma campanha invicta, nem o Fernando por ter chegado na hora certo, nem o Daniel por ter feito pontos importantes mas sim Leo e meu pai por terem tranqüilidade de deixarem a gente jogar e tranqüilidade para fazerem pontos importantes.
Eles são os verdadeiros heróis desse título.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

O Vasco voltou.

O Corinthians tem tudo para ser campeão, só depende dele mas o melhor time do Brasil é o Vasco. Tudo bem que sou vascaíno mas ver esse time lutar a cada jogo e a união dos jogadores em busca da vitória dá orgulho de ser vascaíno.
No início do ano o Vasco era candidato ao rebaixamento até mesmo no Carioca, Felipe estava encostado, alguns viam a chegada do Ricardo Gomes com desconfiança, naquele momento o Vasco precisava de um treinador com pulso forte diziam alguns comentaristas.
Mas aos poucos o Vasco foi se reabilitando, Trouxe o Diego Souza que chegou sem fazer alarde, trouxe Alecssandro e muitos diziam que com esse time o Vasco não iria chegar muito longe inclusive na Copa do Brasil com os favoritos sendo São Paulo, Flamengo e Palmeiras, pois é hoje nenhum dos três pode ser campeão Brasileiro e nem foram campeão da Copa do Brasil e também não estão na semifinal da Copa Sulamericana.
O Vasco ganhou a Copa do Brasil e muitos falaram que iria relaxar no Brasileiro por causa da vaga na libertadores mas Ricardo Gomes sempre disse que lutaria pelo título que ficar em quarto ou terceiro não adiantava nada.
Ver o Vasco jogar hoje chega até a emocionar, o choro do Bernardo mostra o tanto que esse grupo está querendo jogar pelo Vasco, o Alecssandro mesmo no banco de reservas entrou e resolveu e hoje falar quem é titular no Vasco é difícil tirando o Dedé e o Fernando Prass todos ali já foram para reserva e voltaram, o Vasco tem um grupo e não depende de um jogador, a sua força é o grupo.
O Vasco pode perder os dois campeonatos que disputa mas sem dúvida o Vasco voltou a ser grande e dar esperança a sua torcida e não duvido se no domingo nos tornarmos campeões e como disse o Juninho o time vai lutar.

domingo, 20 de novembro de 2011

Sepp Maier






Josef Dieter Maier (Haar, 28 de fevereiro de 1944) foi o maior goleiro do futebol alemão, apelidado de o gato, tinha pernas curvadas, reflexos super rápidos.
Biografia
O Anjo irônico tem como seu maior feitos as várias defesas que fez na final de 1974, onde a Alemanha Ocidental, com um time inferior venceu a fantástica Holanda.
Autor de defesas fantásticas, o divertido Maier foi um dos maiores goleiros da história da Alemanha. No Maracanã contra a Seleção Brasileira, sempre a mesma categoria também brilhou. Na Copa de 78. Cercado por repórteres, o atacante Fischer ouve a pergunta: "Como um jogador tão ruim como você consegue jogar numa seleção campeã do mundo?" Furioso, o alemão abre caminho em busca do autor da pergunta. Era o goleiro Sepp Maier em mais uma de suas brincadeiras. Ele se destacava entre os sisudos alemães pelo eterno bom humor, mas não foi o humorista que entrou para a história, e sim o goleiro. Aos 22 anos, ele assumiu a camiseta número um da Seleção e só a deixou ao encerrar a carreira, quatro Copas do Mundo depois. Com 1,83 m, pernas arqueadas, cabelos vermelhos e encaracolados, formava um tipo marcante. Era o "Anjo" que a torcida e a imprensa adoravam.
Maier dizia que suas maiores virtudes eram o controle absoluto dos nervos, a fé incondicional em si mesmo e o treinamento, sempre centrando esforços nos trabalhos de cintura e de recuperação. Mais importante do que as qualidades acima, foi a insanidade típica dos goleiros que fez de Maier um dos maiores de todos os tempos. Corajoso, oferecia o rosto às chuteiras adversárias em saídas arrojadas. Sua atuação contra a Holanda de Cruyff na final da Copa de 74 entrou para a história do futebol.
Seu bom humor também se revelava uma arma. "Quando ele erguia o tom de voz e dizia algo duro, todos corríamos para resolver. Era assustadora a transformação do rosto de anjo em demônio", garante o zagueiro do Bayern e da Seleção Schwarzenbeck. Ele usava o humor até na crise: o poderoso Bayern fazia uma terrível campanha em 1975 e andava na zona de rebaixamento. Após uma reunião para tratar da crise, os jogadores fugiram da imprensa. Apenas Maier encarou os microfones e falou solenemente. "Enviamos um ofício para a Federação Alemã pedindo que nossos adversários joguem com um a menos. Quem sabe assim pare de sobrar um atacante livre na minha frente!"
A alegria de Maier sofreu um baque em julho de 1979. Num acidente de automóvel teve fraturas nas costelas, na clavícula e no braço, lesões no fígado, no pulmão e no diafragma. Ficou seis meses treinando duro para voltar, mas já não era o mesmo. O sorriso se tornara difícil, as brincadeiras acabaram.
Sepp Maier sempre jogou no Bayern Munique, de 1965 até 1980, e atuou 95 vezes pela seleção de seu país.
Curiosidade
Sepp Maier era amigo de infância de Franz Beckenbauer. Eles jogavam tênis juntos. Beckenbauer certo dia sugeriu que fossem jogar futebol com os meninos, e Maier a princípio recusou, pois não tinha a mesma intimidade com a bola que o amigo. Beckenbauer convenceu-o então para que ao menos jogasse no gol. Sorte do futebol.

Títulos
Campeonato alemão: 1969, 1972, 1973 e 1974
Copa da Alemanha: 1966, 1967, 1969 e 1971
Recopa Européia: 1967
Liga dos Campeões da UEFA: 1974, 1975 e 1976
Mundial Interclubes: 1976
Eurocopa: 1972
Copa do Mundo FIFA: 1974

Lev Yashin - O Aranha Negra








Lev Ivanovich Yashin
Era conhecido pela alcunha de Aranha Negra na América do Sul, ou Pantera Negra na Europa, devido ao seu uniforme todo preto. Único goleiro até hoje a ganhar a Bola de Ouro da France Football, prêmio para o melhor jogador da Europa, em 1963. Quando se aposentou, em jogo-despedida de 1971, a FIFA resolveu homenageá-lo com uma medalha de ouro especial, por sua extraordinária contribuição ao esporte. Foi um entre tantos reconhecimentos que recebeu durante e após a vida, sendo popularmente considerado o melhor goleiro do século XX.
Mesmo que Yashin, por ironia, jamais tenha sido eleito o melhor goleiro em uma Copa do Mundo, a FIFA voltou a homenagear-lhe, em 1994, quatro anos após sua morte, batizando com seu nome o prêmio dado oficialmente ao melhor goleiro de uma Copa. O troféu Lev Yashin seria posteriormente renomeado para Luva de Ouro.
Começou sua carreira como goleiro de hóquei no gelo na equipe de fábrica de ferramentas onde trabalhava em plena Segunda Guerra Mundial e aos catorze anos decidiu atuar como goleiro de futebol.
Segundo a lenda, Yashin defendeu 150 pênaltis na carreira e não levou gol em 270 jogos. Inspirado no goleiro búlgaro Apostol Sokolov, em excursão deste em 1949 na URSS, deixou de restringir à pequena área, portando-se virtualmente como um líbero. Desta forma, cortava cruzamentos altos, tomava as bolas nos pés dos atacantes e bloquear-lhe os ângulos.
Yashin também prezava pela antevisão dos lances adversários, antecipando de suas observações o movimento de defesa. Aprimorando a idéia do búlgaro, espalharia pela Europa a noção de um goleiro avançado em relação à sua área.
Carreira
Yashin defendeu o Dínamo de Moscou por toda a sua carreira de 22 anos, onde ingressou em 1949. O início não foi fácil, sendo gafes comum. Foi ganhar a posição em 1953, após a saída da estrela Aleksey Khomich. Naquele ano, ele, um fã de hóquei no gelo, decidiu recusar uma convocação da Seleção Soviética de Hóquei para concentrar-se no futebol.
Sua era de ouro com o Dínamo iniciaria-se no ano seguinte, conquistando seu primeiro campeonato soviético pelo clube. Venceria a Liga outras quatro vezes (1955, 1957, 1959 e 1963). Foi também três vezes campeão da Copa da URSS (em 1953, 1967 e 1970). Entretanto, seus outros feitos no Dínamo são difíceis de se apurar com rigor, pois os melhores momentos de Yashin no clube foram nos mais fechados tempos de comunismo na Guerra Fria.
Ainda assim, no ano em que ganhou seu quarto título soviético, foi eleito o melhor jogador da Europa pela France Football, que entregou a Bola de Ouro a ele e não a Gianni Rivera, principal nome do campeão europeu daquele ano (o Milan). Yashin despediu-se em 1971, após ganhar no final do ano anterior a Copa de URSS.
Seleção
Pela Seleção Soviética jogou as Copas do Mundo de 1958, 1962, 1966 e 1970, sendo o único jogador do país a ter ido a quatro Copas, embora tenha jogado apenas as três primeiras; na última, quando já tinha 40 anos, foi como reserva de Anzor Kavazashvili, seu suplente no mundial de 1966 - na Copa em que Yashin ajudou a levar sua equipe ao quarto lugar, a melhor colocação do país na história do torneio.
Pelo fato de a Seleção render mais imagem internacional do que o Dínamo, boa parte do mito em torno de Yashin deve-se às suas exibições pela União Soviética, notadamente as realizadas nas Copas. Ele também conseguiu duas das três premiações soviéticas no futebol em seleções principais: a medalha de ouro nas Olimpíadas de 1956 e na Eurocopa 1960.
Carismático, era o modelo de pessoa para os dirigentes do Partido Comunista, do qual era membro. Já não era um estranho para o mundo do futebol quando conseguiu o ouro olímpico nos Jogos de 1956, mas só alcançou grande fama internacional após a Copa de 1958. No segundo jogo da primeira fase, contra a Áustria, terceira colocada na Copa anterior, demonstrou pela primeira vez ao Ocidente uma de suas principais habilidades características: defendeu um pênalti sem dar rebote, e os soviéticos terminaram vencendo por 2 x 0.
Mesmo no pandemônio que tomou conta da defesa soviética no jogo seguinte, quando foi a primeira do mundo a enfrentar juntamente Pelé e Garrincha, o goleiro salvou-se, levando apenas dois gols - os mesmos adversários posteriormente marcariam cinco contra a mais respeitada França e a anfitriã Suécia. Após o jogo contra os brasileiros, a URSS teve de jogar um play-off contra a Inglaterra para decidir a vaga para os mata-matas.
Yashin foi a grande figura do jogo ao segurar a pressão inglesa após o gol soviético, o único da partida. Seria este desempenho, precisamente, que o começaria a celebrizá-lo entre os inventores do futebol e os ocidentais em geral. Todavia, o jogo extra cansou os soviéticos, que não tiveram muita força para deter a anfitriã Suécia na próxima partida, pelas quartas-de-final.
Dois anos depois, realizou-se a primeira Eurocopa. A União Soviética conseguiu um lugar entre as quatro seleções que decidiram em Paris a fase final do torneio. E a Eurocopa 1960 terminaria nas mãos dos vermelhos após trabalhosa vitória na prorrogação contra a Iugoslávia: o adversário atacou mais, Yashin defendeu muito e os soviéticos conseguiram os dois gols da vitória de virada em contra-ataques, fazendo os adversários perderem a cabeça: Viktor Ponedelnik, o autor do gol do título, saiu da partida direto para um hospital, com suspeita de fratura na costela, e o meia Igor Chislenko levou doze pontos em corte no supercílio.
A participação na Copa seguinte foi garantida muito por conta do goleiro, fundamental para a classificação, em confronto direto contra a Turquia em Istambul; sua experiência e frieza foram fundamentais para segurar o selecionado soviético após os turcos empatarem a partida seis minutos após o gol da URSS, que tinha a vantagem do empate e sofreu pressão até os cinco minutos do fim, quando conseguiu marcar seu segundo gol e vencer o jogo.
Porém, sua imagem após o torneio ficou apagada: o país foi eliminado novamente nas quartas-de-final pelos anfitriões, agora os chilenos. Desta vez, por duas falhas individuais do arqueiro: na primeira, esperando uma cobrança de falta adversária em dois toques - o que não seria o caso - pois o lance que a originara tinha sido uma obstrução, não se mexeu e a bola entrou em seu ângulo esquerdo. A outra ocorreu apenas um minuto depois do gol de empate soviético, em que ele chegou atrasado em um chute rasteiro de fora da área.
Apesar da boa estreia contra a Iugoslávia, onde os lances da URSS bons (os dois gols e as defesas de seu goleiro) e ruins (a fratura de Yeduard Dubins'kyi em meio à violência adversária) foram bastante similares às da decisão da Eurocopa dois anos antes, seu mito chegara já um pouco abalado no jogo contra o Chile, piorando após a derrota para os donos da casa. A razão desse desgaste foi uma partida na primeira fase contra outros sul-americanos, os colombianos. A União Soviética vencia por 4 x 1, os três primeiros gols obtidos em três minutos no primeiro tempo. Aos 22 minutos do segundo tempo, a Colômbia conseguiu um gol olímpico que passou entre a trave e o defensor Givi Chokheli, originando discussões que destabilizaram todo o time soviético, que em dez minutos permitiu o empate em 4 x 4, o que o obrigou a se submeter novamente a um play-off, agora contra o Uruguai (vencido por 2 x 1).
A volta do Aranha Negra
Ainda assim, o goleiro manteve respeito o suficiente para ser o escolhido para defender no ano seguinte o gol da seleção do Resto do Mundo que enfrentou a Inglaterra em partida que celebrou o centenário da Football Association. 1963 também marcou-lhe a entrega da Bola de Ouro, o que fez dele o primeiro (e, até hoje, único) goleiro a receber a prestigiada premiação da France Football como melhor jogador da Europa. Um ano depois, o prestígio renovou-se um pouco com a URSS novamente alcançando o final da Eurocopa, na segunda edição do torneio. Porém, a Eurocopa 1964 acabaria ficando com a anfitriã Espanha. No mesmo ano, realizaram-se as Olimpíadas de 1964 e, apesar de favorito para vencer no futebol, o país não participou.
Veio a Copa do Mundo de 1966 e Yashin ainda amargava as lembranças de 1962, mesmo com a classificação para o mundial obtida sem maiores problemas. Na primeira fase, só foi titular na vitória contra a Itália. Já com 37 anos, foi poupado do jogo contra a Coreia do Norte, a estreia, e contra o Chile, pois os soviéticos já estavam classificados, dando seu lugar ao reserva Anzor Kavazashvili. Nas quartas-de-final,contra a Hungria, voltou ao gol e a angariar imponência, ao ser o personagem do jogo, fazendo meia dúzia de defesas antológicas. A União Soviética caiu na partida seguinte, a semifinal contra a Alemanha Ocidental, e perderia também o terceiro lugar para Portugal, mas o goleiro voltara a ser o Aranha Negra.
A URSS novamente ficou entre as quatro primeiras na Eurocopa 1968, mas com uma frustração: perdeu a vaga na final no cara e coroa, após empate sem gols contra a Itália, que terminaria campeã - a disputa por pênaltis ainda não era adotada para desempatar prorrogações e o jogo-desempate já não era mais adotado. Paralelamente, Yashin, à beira dos quarenta anos e da aposentadoria, cedia de vez o gol para seu suplente Kavazashvili. O lendário goleiro foi à Copa do Mundo de 1970, mas como reserva do georgiano, não jogando nenhuma partida.
No ano seguinte, despediu-se de vez do futebol. Falta de magia ou não, quando despediu-se de mundiais, a União Soviética demoraria 12 anos para voltar a um.
Após parar
Ele se aposentou com 42 anos, em 1971, passando a treinar equipes juvenis e trabalhar como professor de educação física, além de ter participado das comissões técnicas do Dínamo e da seleção. Em 1984 teve de amputar uma perna devido a um problema circulatório. Dois anos depois, teve um AVC. Morreu em 1990, por causa de um câncer de estômago, no ano anterior à desintegração do país em que nasceu.
Em uma eleição realizada em 1998 pela Fifa, Yashin foi escolhido o goleiro do século XX. Posteriormente, em 2004, foi eleito o melhor jogador russo dos 50 anos da UEFA, nos Prêmios do Jubileu da entidade.
Curiosidades
A frieza de Yashin no gol se manteve intacta durante toda sua carreira. Graças a um ritual pouco comum em que ele se submetia antes de jogos importantes. Nessas ocasiões, o goleiro sempre fumava um cigarro "para acalmar os nervos" e tomava uma vodca "para tonificar os músculos".
A importância do futebol para o Aranha Negra ficou evidenciada em uma referência que fez a uma das maiores conquistas da história da humanidade, Yashin disse: "A alegria de ver Yuri Gagarin no espaço só é superada pela alegria de uma boa defesa de um pênalti".
Fã do futebol brasileiro e do goleiro Gilmar, em 1965 obteve licença de seu governo para visitar o Brasil, escolhendo o Rio de Janeiro. Passava as manhãs na praia e às tardes treinava os goleiros do Flamengo, onde também mantinha a forma.
Prêmios e homenagens
Melhor jogador da Europa em 1963 - Prêmio Ballon d'or (até hoje foi o único goleiro a ganhar tal honraria)
Em 1968 foi condecorado com a Ordem de Lenin por sua vitoriosa carreira de grande esportista soviético.
Lev Yashin é considerado como o melhor goleiro da história das Copas do Mundo. Por isso o troféu da FIFA dado ao melhor goleiro do campeonato, que foi entregue pela primeira vez em 1994, leva o seu nome em reconhecimento a seu magnífico trabalho.
Em 27 de dezembro de 1999 foi eleito como o melhor esportista russo do século XX, pelos jornalistas esportivos do seu país.
Em 2004, foi eleito o melhor jogador russo dos 50 anos da UEFA, nos Prêmios do Jubileu da entidade.
Eleito o goleiro da Seleção de Futebol do Século XX.
Títulos
Campeonato Soviético (1954, 1955, 1957, 1959 e 1963)
Copa da URSS (1953, 1967 e 1970)
Medalha de Ouro nas Olimpíadas de 1956
Eurocopa 1960




Estatisticas




Jogos - 812




Penaltis defendidos - 150




Jogos sem levar gols - 270

Seleção Fifa

No último Brasileiro de Futebol de Mesa, realizado em Poços de Caldas, resolvi mudar e fazer um time diferente, antes só fazia Vasco e tentei fazer o Real Madrid e Santos, mas queria um time diferente, algo que chamasse atenção. Pensei num time colorido mas não bastava ser colorido, tinha que ser diferente.
Comecei a ver os times que jogavam contra e fui tirando uma idéia de como seria. Pensei em tamanho, grau e outras coisas e quem faria o time. Pensei no seu Lourival que já tinha feito times coloridos mas meu amigo Fernando me indicou o Pexe e algumas pessoas com que joguei deram boas referências.
Bolei um time de Copas do Mundo, adoro Copas do Mundo, então achei interessante fazer um jogador de cada seleção usando as cores de seu uniforme mas agora como achar 13 jogadores de Copas sem esquecer alguém?
Fui começar pelo goleiro e não tive muita dúvida, Lev Yashin seria o escolhido e tinha que ser um todo preto e o Pexe já tinha um goleiro assim, portanto foi o primeiro a ser comprado.
Queria cinco jogadores de defesa e quis fazê-los alto, na primeira idéia pensei na lateral direita o Carlos Alberto representando o Brasil de 70, a zaga formada por Beckenbauer e Baresi e na lateral esquerda Maldini, o melhor lateral esquerdo que vi jogar, e para última opção escolhi Bobby Moore da Inglaterra, outro campeão Mundial.
Eu quis uns jogadores passadores do mesmo jeito do meu time antigo, queria três jogadores assim. Um deles teria que ser o Cruijff e sua lendária camisa 14, Zidane seria o outro e para completar escolhi Maradona que ganhou a Copa de 86 praticamente sozinho.
No ataque escolhi um trio brasileiro, Pelé, Romário e Ronaldo e agora estava faltando um. Resolvi fazer um atacante diferente e fiz o Puskas que fez história na Copa de 54.
Pexe demorou em fazer o time, isso me disseram dele também, mas gostei demais e prontamente mandei completar minha seleção mundial mas agora com só campeão mundial e fiz uma pesquisa para fazer os novos jogadores que devem estar prontos para o ano que vem.
Numa visita ao Pexe para encomendar o restante da seleção ele me deu de brinde um botão azul e branco que fiz o Paolo Rossi e meu pai me deu um jogador branco e preto que fiz o Fritz Walter. No final das contas serão 26 jogadores e 2 goleiros, o segundo goleiro fiz o Sepp Maier que contribuiu para a Holanda não ser campeã Mundial em 70.
Difícil foi arrumar os números para esses craques mas a 10 teve que ser de Pelé, não podia ser diferente e hoje minha seleção ficou assim:
Goleiros
1 – Lev Yashin
12 – Sepp Maier
Defesa
3 – Maldini
4 – Carlos Alberto
5 – Beckenbauer
6 – Baresi
15 – Bobby Moore
27 – Fritz Walter
Meio Campo
14 – Cruijff
18 – Maradona
21 – Zidane
Ataque
9 – Ronaldo
10 – Pelé
11 – Romário
16 – Puskas
20 – Paolo Rossi

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Romário continua marrento

Vi o Romário jogar no juvenil do Vasco e ele já era marrento. Romário não teve vida longa na seleção por causa da sua marra. Não foi campeão nos juniores por ter sido cortado por aprontar no hotel pouco antes de começar a competição.
Romário sempre foi marrento mas ele sempre fez e cumpria o que prometia mas ele começou uma coisa perigosa. Os moleques de hoje são marrentos bem novos e se acham craques, tudo bem que não é só culpa do baixinho mas dá imprensa também.
Vendo o jogo do Brasil no Pan com Romário comentando e muito bem. Tem um Romário na seleção e acreditem é zagueiro. Jovem jogador com chuteiras coloridas e cabelos bem arrumados lembra que Romário tem cabelo ruim e agora nem quase cabelo tem e Ronaldo sempre foi careca.
Romário do seu estilo falou que Messi para ser superior a Pelé ainda tem que passar por Maradona e ele. Eu sempre achei Romário o melhor do mundo depois de Maradona e depois vem o Ronaldo, Messi ainda está bem atrás, falta-lhe uma Copa do Mundo.
Nessa seleção do Pan está jogando Henrique, eleito melhor jogador do Mundial sub – 20 mas o melhor mesmo foi Oscar, ele tenta jogadas de efeito e com classe, fez até o gol do empate mas já está marrento.
Lembro que assim que foi campeão sub – 20 já criou confusão no São Paulo e não jogou nada até agora no Brasileirão e Lucas, Casemiro e outros estão se destacando e não exigindo nada. Antigamente víamos jogos das categorias de base e a maioria era humilde e nem tinha empresário mas hoje eles se acham craques, lembro do Edmundo nas categorias de base do Vasco e nem titular era e nunca se achou mas hoje eles trocam de clubes como trocam o penteado e logo querem ir para fora e isso pode até ser na Ucrânia, lá tem campeonato nacional, deve ter quantos times?
Romário como comentarista continua marrento falou que preferi ir para final sem a Argentina, não é igual ao Galvão Bueno, falou que os moleques caem à toa e com argentino não adianta fazer isso e quando o Brasil perdeu um gol na cara falou que esses gols não se podem perder e isso ele não perdia.

Pan é muito chato

Sempre gostei de Olimpíadas mas nunca tinha reparado no Pan, só o do Brasil porque foi no Rio de Janeiro mas antes nunca tinha reparado.
A Record está transmitindo o Pan e de forma brilhante porque mostra tudo, não é como o a Globo que só mostra brasileiro. Mas pensando melhor o Pan é muito chato porque não conseguimos ganhar dos americanos que mandam seu terceiro quadro de atletas e nós o melhores e estamos nos achando o máximo.
Hugo Hoyama é recordista de medalhas no Pan mas e em Olimpíadas? E o Tiago Pereira que é um fenômeno das piscinas do Pan e nas Olimpíadas? Bom é o vôlei, tanto de quadra e areia, Cesar Cielo que é o nadador mais rápido do mundo mas e os outros?
O Brasil na Olimpíada é um fiasco, tirando alguns fenômenos que só o Brasil tem, não fazemos frente a alguns países que só sabemos que existe por causa das Olimpíadas. O Pan é uma enganação, tínhamos que ganhar o Pan do terceirinho dos Estados Unidos pelo menos mas nem isso conseguiu mas também tem competição que deve ter sido criada para os americanos ganharem, tem umas modalidades e tem umas modalidades que tem várias categorias.
Mas o Pan assim como Olimpíadas tem coisa chata, tem competições que só vemos porque tem brasileiro. Gosto daquelas que acabam rápido. Outro dia passou 800 metros nado livre, é muito metro para uma piscina de 50 metros, demora demais mas vi até o final porque o Brasil estava e ficou em segundo com as americanas em primeiro.
O legal é os comentários do dia seguinte: Vocês viram as meninas do Handball? E o povo brasileiro acha que é comentarista, pensei que era só no futebol mas o brasileiro entende até de handball. As meninas do handball estão goleando todo mundo, esse time quero ver nas Olimpíadas, vai ser só ferro.
Mas acho legal a iniciativa da Record na transmissão, eles mudaram a programação, levaram alguns atletas em seus programas e tem comentaristas de tudo quanto é modalidade, até o Romário virou comentarista e por sinal melhor que muito peixe por ai mas na verdade o Pan é muito chato.

House é pai de Stuart Litlle

Passei por uma televisão na rua e quem vejo: Doutor House mas muito diferente. Ele interpretou o pai do Stuart Litlle, aquele filme do ratinho chato que pensa que é gente, filme bobo e ainda fizeram dois.
Adoro a série do House, tenho a primeira série original e o vi pela internet mesmo. Acho o ator/personagem muito bom mas não participou de grandes filmes. Reparei que a maioria das séries são atores que não fazem muitos filmes.
Acho alguns seriados melhores que nossas novelas que são longas e repetitivas. Agora na novela todos ganham na loteria, têm aqueles que querem dar o golpe, a megera, o bom moço e agora sempre tem um homossexual, deve ser a cota por novela, fora o núcleo dos afros descendentes e eles fazem sempre o mesmo papel.
Os seriados são mais curtos, mais dinâmicos, é uma vez por semana e está sempre reprisando, não precisa esperar o vale a pena ver de novo que agora está passando a novela do Tonho da Lua, papel ideal para o Marcos Frota, já perceberam que ele só se sobressai quando faz um papel de alguém que tem uma deficiência?
Dos seriados que gosto os atores não fazem muito filme e são séries longas. Meu amigo Fernando, aquele que gosta de coisa antiga, outro dia pegou a primeira temporada de Barrados no Baile, muito antigo e vi um capitulo e reparei que dali não saiu ninguém mas como diz meu pai aquilo era uma bosta. Barrados no Baile marcou época e deve ter sido o primeiro seriado que passou no Brasil, acho que foi Anjos da lei que tinha John Depp mas acho que foi o que fez mais sucesso.
Hoje na televisão aberta só passa de madrugada aliais a programação de madrugada é melhor que o dia inteiro nas emissoras, tirando aqueles programas fala que te escuto. Mas hoje também tem muita série e de todos os gostos, policial, dramática, comédias e outras mais.
São poucos atores que conseguiram surgir em séries e virarem estrelas de cinema e Alguns fazem o papel inverso. Sally Field sempre foi uma grande atriz e agora está na frente do elenco de Brothers & Sisters junto com Rob Lowe, esse fez sucesso na época do Fernando. No seriado Friends Jennifer Aniston aproveitou o sucesso da série e fez umas comédias românticas e até namorou o Brad Pitt e tem muita série nova com atores novos que poderiam ser aproveitados no cinema.
Os americanos fazem muitos filmes e poderiam usar esses atores para vender algumas porcaria que fazem e diferente do Brasil que cinema só faz ator bom e esses fazem pouca novela sobra para os modelos e ex bbb da vida fazerem a novela mas como meu pai fala é tudo uma bosta.

Lágrimas no paraíso

Essa música fazia tempo que não a escutava e mexendo em alguns cd´s antigos achei. Resolvi pesquisar sobre a música pois lembrava que Eric Clapton fez para seu filho que morreu. Sempre gostei da música, ela ganhou todos os prêmios, e sua história é linda. Conor Clapton, filho de Eric, tinha quatro anos e meio quando caiu da janela de seu apartamento em NY e ele fez essa música para aceitar a perda.
Como perdi minha irmã, dia 30 de outubro vai fazer um ano, foi inevitável não pensar nela e aceitar sua perda está sendo difícil para meus pais mas como na música temos que prosseguir.
Saudades minha irmã.

Tears in heaven
Lágrimas no paraíso

Eric Clapton

Would you know my name (Você saberia meu nome)
If I saw you in heaven? (Se eu te encontrasse no paraíso?)
Would it be the same (Seria a mesma coisa)
If I saw you in heaven? (Se eu te encontrasse no paraíso?)
I must be strong (Eu tenho de ser forte)
And carry on (E prosseguir)
‘Cause I know I don’t belong (Porque eu sei que não pertenço)
Here in heaven (Aqui ao paraíso)
Would you hold my hand (Você seguraria minha mão)
If I saw you in heaven? (Se eu te encontrasse no paraíso?)
Would you help me stand ( Você me ajudaria a suportar)
If I saw you in heaven? (Se eu te encontrasse no paraíso?)
I’ll find my way (Eu encontrarei meu caminho)
Through night and day (Através da noite e dia)
‘Cause I know I just can’t stay (Porque eu sei que simplesmente não posso ficar)
Here in heaven (Aqui no paraíso)
Time can bring you down (O tempo pode deixar você desanimado)
Time can bend your knees (O tempo pode dobrar seus joelhos)
Time can break your heart (O tempo pode partir seu coração)
Have you begging please (Te deixar suplicando por favor)
Begging please (Suplicando por favor)
Beyond the door (Além da porta)
There’s peace, I’m sure (Existe paz, eu tenho certeza)
And I know there’ll be no more (E sei que não haverá nunca mais)
Tears in heaven (Lágrimas no paraíso)

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Religião Urbana

Eu já fui a alguns shows da Legião Urbana e já estive pessoalmente com Renato Russo e quando ele morreu, eu estava no Rio de Janeiro e fui para frente de sua casa e foi muito emocionante o público fechar a rua em que ele morava e cantar suas músicas.
Eu vi o show da Legião Urbana no Rock in Rio e achei fantástico eles tocarem com uma orquestra. Herbert Viana sempre falou que a Legião tinha uma coisa diferente das outras bandas, tinha uma ligação muito forte com seus fãs e isso mostrou que o encanto nunca vai acabar.
Para mim o fato de a Legião não seguir sem o Renato e diferente do Barão Vermelho, por exemplo, que quando Cazuza morreu já estava fora do grupo e Frejat se mostrou um grande letrista mas com a Legião foi diferente e tudo parecia acabado sem o Renato.
Com esse show, Dado e Bonfá poderiam fazer uma turnê e mostrar ao Brasil que a Legião nunca vai morrer e essa é a diferente dos imortais. Suas músicas não se desgastam com o tempo e esteve até na última novela e seus temas sempre estão atuais e todo mundo já se identificou com uma música da Legião.
Herbert também chamava a Legião de Religião Urbana e sempre concordei com ele. Nas suas poucas entrevistas e nos seus shows nos falava para termos pensamentos próprios e nunca seguir o que nos queriam empurrar e ele estava certo, nos querem todos iguais porque assim fica mais fácil nos controlar.
Eu tentei ver o Rock in Rio quase todo mas esse show da Legião foi o que mais me agradou por lembrar-se dos shows que eu fui mesmo sem o Renato a energia da banda com o público foi maravilhoso e a magia continua a mesma.

MICAFUNKNEJA

Eu acho que quando morre uma estrela do pop rock aparecem 150 duplas sertanejas. Eu vou visitando o sul de Minas e tem cada show com cada dupla que é muito nome para decorar. Esse ano a Amy faleceu e apareceram mais 150 duplas e o povo ainda acha que as músicas são românticas, como umas músicas que fala de traição são românticas?
Eu sei que tudo é moda e tudo passa, mas esse maldito sertanejo está desde 1990 e o culpado foi o Collor, antes disso nunca tinha ouvido falar em sertaneja, já tinha ouvido falar de música caipira que é boa mas agora tem até sertanejo universitário, eles deveriam fazer uma faculdade fora, um intercâmbio, sei lá, eles deveriam ir embora mas eles são iguais os Gremilins, se multiplicam.
Até mesmo o rock teve seus oportunistas. Quando surgiram as bandas de Brasília como Legião, Capital e Paralamas, surgiram bandas que fizeram um hit de sucessos como Metro, Doutor Silvana e Abysintho (Ursinho Blau Blau, quem é do meu tempo sabe) mas as melhores ficaram e fazem sucesso até hoje.
Teve o momento do funk carioca, bastava dois afros descendentes serem amigos de morro e pronto já viravam mc’s e se apresentavam no Xou da Xuxa. Teve o momento pagode (esse foi pior) mais em vez de dois eram de cinco para cima e tudo da mesma comunidade e mais uma vez ficaram poucos (graças a Deus).
O axé é um caso a parte só aparece no carnaval e some o resto do ano, ainda bem. Mas o sertanejo é persistente, eles não desistem e tem uns que ainda procriam e fazem os filhos cantarem. Antigamente era dupla da região Centro Oeste. Irmãos, amigos, primos e pronto estava ali uma dupla sertaneja mas hoje não, tem os filhos únicos e dupla mista.
Um cartaz me chamou atenção em Extrema, lá terá uma MICANEJA, o que será isso? Micareta sertaneja? Eu nunca fui numa micareta mas fiquei imaginando como seria uma micaneja. Como seria a roupa ideal para ir numa micaneja? Na micareta se usa uma camiseta regata com as cores da parada gay e o sertanejo se veste de bota, fivela e camisa social, como ir numa micaneja? Calça jeans apertada com fivela, bota e uma camiseta regata colorida? E já pensou em fazer uma MICAFUNKNEJA? Seria um horror!
O que eu acho mais chato no sertanejo são os gritos. Outro dia vi o Zezé no Altas Horas e vê-lo cantar me dá aflição,ele grita demais, fica vermelho e aquela veia do pescoço me dá nervoso parece que vai explodir e notei que ele se parece com o Chicken Litlle.
São tantas duplas que não sabemos quem é quem, eu só fui saber quem era o Leandro e o João Paulo quando eles morreram e até pouco tempo achava que Cesar Minotti e Fabiano eram um trio e que era Menotti (Parente daquele técnico da Argentina).
Eu em 2013 vou fazer um esforço para levar meu filho mais velho no Rock in Rio, o desse ano vimos pela televisão. Vai doer no coração quando eles falarem que vão numas Micaretas dessa da vida. Fico imaginando 5 horas escutando axé, funk ou sertaneja, isso é tortura, isso não se faz com ninguém, acho que por isso o pessoal fica bêbado, tem que beber muito para passar 5 horas escutando essas músicas.
Agora vou torcer por nenhuma estrela do pop rock morrem porque senão teremos mais 150 duplas sertanejas.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Diário de bordo - Extrema - Parte 2

Depois de uma noite tranquila e de um café maravilhoso tive que voltar a realidade e procurar um hotel mais barato para poder trabalhar. Resolvi ir no hotel que vi pela internet que estava lotado mas poderia ter mais sorte dessa vez. Achei o hotel me pareceu bom apesar de que na recepção não ter ninguém só um rapaz com o celular tocando funk, e alto, por que ele não vai procurar um ônibus?
Logo chegou uma recepcionista e fiquei com o quarto e já paguei e peguei a nota, resolvi subir para guardar algumas coisas e ver como iria trabalhar, o quarto era muito bom e tinha uma internet rápida. Ela me deu duas chaves que achei estranho mas ela me explicou que as vezes o hotel ficava fechado e assim poderia entrar, hotel fechado só tinha visto em Cruzilia. No sul de Minas tem muitas coisas interessantes, a recepcionista fecho o hotel para ela ir almoçar, nunca vi isso e não tem recepcionista a noite e se algum hospede resolver pegar alguma coisa na cozinha?
Resolvi sair para trabalhar e Extrema como toda cidade do sul de Minas tem dois centros, um no alto da ladeira e outro embaixo da ladeira, como o hotel é no alto resolvi trabalhar por ali. Estava andando pela rua e notei um inferno que é andar em Extrema, todo mundo com o som do celular ligado e sem fone de ouvido, é um inferno. E porque só toca funk quando alguém escuta música sem fone? Ninguém escuta outra coisa quando está sem fone e ainda tem o barulho dos carros que por ser ladeira os motores ficam alto. Pensei que não tivesse ônibus em Extrema mas logo vi um, porque esse pessoal não anda de ônibus?
Entendi porque eles gostam de funk, vi uns cartazes de show e era só funk, sabiam que existe as Justiceiras do Funk? Se fossem justiceiras mesmo acabaria com o funk ou então iria tudo fazer a Fazenda, pelo menos ficaríamos um mês sem funk.
Me imaginei morando em Extrema, ou iria no show ou teria que ver Zorra Total ou Legendários e vi que preciso urgente de uma tv por assinatura.
O bom de extrema foi quando fui almoçar tinha feijão preto, pelo menos em Extrema foi o melhor lugar que consegui almoçar e pelo menos o almoço não foi caro pois comi muito e gastei menos do que gasto em Poços mas o supermercado de Extrema é muito caro. Tirando a ladeira Extrema para um bairro do Rio de Janeiro, tem mate, feijão preto e funk.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Diário de bordo - Extrema.

Como o mês tem quatro semanas, só uma trabalho em Poços de Caldas e tenho que escolher três cidades para trabalhar nas semanas seguintes. Escolhi Machado e Alfenas que dá para trabalhar em uma semana por serem cidades perto e assim vejo meu filho Igor e os amigos Bellini e Guilherme e ainda jogo um futebol de mesa.
Cruzília foi outra cidade que gostei de trabalhar e resolvi escolher ela e ficou faltando uma. Guaxupé não deu para escolher apesar de lá ter uma locadora de VHS e poderia alugar uns filmes para meu amigo Fernando, aquele do toca fita e dos óculos de 20 anos atrás.
Resolvi visitar Extrema. Deveria ter escolhido o Rio de Janeiro, era quase a mesma hora de ônibus. Como qualquer viagem de ônibus para o sul de Minas é um sacrifício. Peguei um ônibus primeiro para Pouso Alegre e resolvi acompanhar a viagem e percebi que tem ponto de ônibus para esses ônibus e o tanto de gente que entra é impressionante, entra e sai, parece ônibus urbano, lugar marcado não tem.
Passamos em Caldas e tinha estacionamento de carro, moto e de CAVALOS, não acreditei, o pessoal amarra os cavalos e entram no bar para beber e como tem bar nessas cidades pequenas. O ônibus entra em todas as cidades e muitas nem dá para ver o nome da cidade pois ela logo acaba.
Eu não acreditei quando ele entrou numa estrada de terra, nunca tinha visto isso e nem sabia desse caminho para Pouso Alegre, já fui algumas vezes de carro mas nunca passei em cidade sem asfalto e o entra e sai continuava.
Depois de três horas de viagem consegui chegar a Pouso Alegre e tinha um ônibus que iria sair para Extrema nem deu tempo de comer e ainda tinha mais duas horas de viagem, iria chegar a Extrema as sete, acabei chegando meia hora atrasado mas também entramos em quatro cidades diferentes, até em Camanducaia, logo me lembrei daquele jogador do Santos. Quando achava que estava chegando o ônibus entrava em outra cidade, já estava com fome e com vontade de ir ao banheiro, já estava pensando em qual cidade escolher pois Extrema é muito longe.
Quando finalmente chego a Extrema notei uma coisa, não existe cidade mineira sem morro e tinha até hotel perto mas primeiro tinha que subir um morro enorme, não sei como não emagreço, só subo morro.
Comecei a procurar hotel e todos estavam lotados, não tinha hotel, o que todos vieram fazer em Extrema? Já estava pensando em ir para outra cidade mas achei um hotel e por sinal era o mais chique da cidade, era o preço de duas diárias de outro hotel mas não teve jeito assim tenho que ficar um dia a menos em Extrema. O quarto do hotel é quase do tamanho da minha casa mas será só por uma noite.
Resolvi sair para comer pois a fome era grande e notei mais uma coisa em Extrema, as coisas são caras, entrei na padaria e pedi um misto quente e uma coca, em poços gasto no máximo uns quatro reais, em Extrema é SEIS! Resolvi ir num supermercado, todas as cidades que vou tem mate leão menos em Poços de Caldas, tudo bem que em Extrema o mate é mais caro mais como bom carioca tive que comprar.
Vamos ver como será em Extrema se depender da viagem prefiro o banheiro de Guaxupé.

Vidas sem rumo.

Eu me lembrei de um filme que me marcou muito quando novo foi Vidas sem rumo que trazia em seu elenco só jovens que depois seriam astros de Hollywood como Tom Cruise, Patrick Swayze, Matt Dillon e mais alguns outros.
Lembro-me que quando vi o filme vi que não bastava de muito para ser feliz, às vezes um carinho e um abraço poderia ser um caminho da felicidade mas crescemos e viramos adultos e nos tornamos egoístas que sempre achamos que podemos ser mais felizes com outras coisas como dinheiro, comprar coisas para os filhos ou comer fora com a família.
O filme é simples mas me lembrei dele com um vídeo que vi no facebook de um jovem iraquiano deficiente físico que tentou a sorte num programa de calouros e vi no seu rosto uma felicidade e um agradecimento por uma mulher ter achado dentro de uma caixa de sapatos e ele é um apaixonado por essa mãe, na hora lembrei-me dos meus filhos e me emocionei.
Vi que minha vida apesar das perdas, dois casamentos e um falecimento de minha irmã, eu continuava vivo e às vezes reclamando de não poder dar as coisas para meus filhos, ser sozinho e outras coisas.
Esqueci-me como era gostoso ver o sorriso dos meus filhos pelo simples fato de estarem com o pai, lembro que quando deixava meu filho mais velho na escola chorava escondido por só iria vê-lo na sexta e a mesma coisa com o mais novo quando coloco na van na segunda.
Lembrei que esse fim de semana não pude sair com os meninos por falta de dinheiro e por temos saído bastante mês passado e percebi que minha tristeza não tinha motivo ao ver o vídeo pois meus filhos estavam felizes mesmo sem sair de casa, eles estava felizes pois o pai deles fez strognoff, o prato preferido do mais velho e franguinho, como meu mais novo chama nuggets e nem percebi que eles estavam felizes.
Queria muito falar para eles que me lembrei dos sorrisos e vi que a vida não é para se lamentar e a saudade, palavra que só existe no Brasil, da minha irmã não é para me derrubar, me preocupo com meus pais e queria que eles seguissem em frente. Sempre achamos que nossa dor é a pior mas dor é dor em qualquer lugar e temos que aprender a viver com ele e sempre nos apegar no que nos faz feliz e tinha me esquecido disso.
Esse rapaz chamado Emanuel deu uma lição de vida e me desarmou completamente e me fez lembrar-se de como era feliz pelo simples fato dos meus filhos sorrirem mas achava que só ou dando alguma coisa eles iriam sorrir mas não percebi que era o simples fato de estarem com eles já era um motivo para eles estarem felizes.
É como no filme que tem perdas e destinos sem sentido, como na vida que não tem rumo, só basta vive-la.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

O povo gosta de reclamar

Eu tinha 11 anos quando vi pela televisão o show do Queen no Rock in Rio e fiquei maravilhado, achei o máximo. Mesmo meu pai me fazendo escutar boa música, excelente por sinal mas depois desse show e a geração do rock nacional passei a curtir música e ainda bem que no meu tempo não existia o sertanejo universitário.
Vi muita gente postar coisas sobre o Rock in Rio, bem ou mal, verdades ou mentiras. Não sei o que é certo ou errado e acho que cada um tem sua verdade e seu pensamento, essa é a verdade. Não curto axé e muito menos sertanejo mas acho que o Rock in Rio não é mais um show de Rock e sim um encontro de música. Milton Nascimento não é rock mas fez a abertura muito bem por sinal mas deve ter tido gente que não gostou.
Na primeira noite só teve Paralamas e Titãs como rock porque Kate Perry e Rihana não são rock mas só criticaram Claudia Leitte. Não curto ela mas não acho certo ela ser vaiada e nem ser hostilizada por ter cantado no Rock in Rio. Eu não vou ao show dela e se fosse não iria perder meu tempo vaiando.
Hoje em dia em rodeio tem show de rock e porque no Rock in Rio que sempre teve coisas diferentes e sempre foi uma marca do Rock in Rio mas as pessoas ficam se importando com o nome e gostam de criticar.
O Stevie Wonder cantou Garota de Ipanema e todo mundo achou lindo mas se a Ivete canta o povo vaia. A Shakira quer cantar junto com a Ivete e é só elogio a ela, eu não curto Ivete mas não vou ficar assistindo para depois criticar, então não vejo e se não gosto não vou ao show para vaiar.
O pessoal lá de fora tem mais respeito pelos nossos artistas como nós mesmos mas isso não é novidade um bom exemplo é Pelé que é ídolo no mundo inteiro mas aqui o povo gosta de falar mal enquanto isso na Argentina como Maradona como Deus.
O mais engraçado é que só criticam os brasileiros mas esquece que Rihana, Kate Perry, Shakira e mais muitos outros também não são rock e o povo acha lindo e maravilhoso, um evento desses que virou uma marca que já teve em Lisboa e Madri e todo mundo elogia menos o povo brasileiro.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Diário de bordo - Guaxupé

Essa semana decidi trabalhar em Guaxupé. Já tinha vindo aqui ano passado mas sempre voltava no mesmo dia mas dessa vez vim para ficar a semana. Vim de ônibus e resolvi descer na rodoviária pois não sabia onde era e achei que tivesse um hotel perto da rodoviária.
Tem momentos que é melhor não pensar porque você sabe que vai dar merda mas eu sou teimoso e desci na rodoviária que era bem longe de onde estava acostumado a ir mas desci tranqüilo e decidi andar pela uma avenida larga que deveria ser a principal da cidade. Desse lado da cidade pois lá embaixo existia outra avenida parecida.
Comecei a andar na avenida e nada de hotel mas continuei a andar e a relembrar de alguns lugares e quase no fim da avenida avistei uma igreja, pronto, normalmente nessas cidades pequenas tudo gira em torno da igreja e era uma igreja grande, deveria caber Guaxupé inteira lá dentro de tão grande, fiquei pensando no padre, ali só com microfone mesmo e daqueles bem potentes.
Desci mirando a igreja e não acreditei no que vi, uma locadora de vídeo cassete! Tinha só lançamento, De volta para o futuro 3, Maquina Mortífera 4, Karate Kid e outros mais, não acreditei, fiquei parado rindo no meio da calçada, quem aluga esses filmes? Um senhor lá de dentro me olhou feio e resolvi andar até a igreja.
Chegando à enorme igreja para minha tristeza, estava no meio do morro ainda e agora tinha mais três igrejas para baixo, qual delas seguir? Resolvi continuar descendo.
Eu já estava cansado de tanto andar porque essas cidades para ir de carro é pertinho demora uma ou duas horas mas de ônibus é um horror, demora quatro, cinco horas e passa em cada cidade que nem sei para que, deve ser para o povo ver que existe vida fora dali, tem cidades que vou que as crianças correm atrás do ônibus e ficam rindo para gente na janela, não entendo.
Voltando para Guaxupé e minha jornada, finalmente encontro uma pensão e resolvo ligar para ver o preço, não gosto de entrar ver o preço e ir embora, e a mulher me passa o preço, um preço bom, mas pergunto se tem internet pois ficar numa cidade que não conhece e sem internet não dá e a mulher me fala que tem que falar com o filho da dona da pensão e combinar o preço por fora! Não entendi e retornei a perguntar se a pensão não tinha internet e a moça me falou que quem tinha era o filho da dona e ele não estava lá. Já pensou se me hospedo e o rapaz resolve passar a semana fora, fico sem internet, fui para outro hotel.
Depois de andar mais um pouco achei o hotel mais em conta e com internet. Eu não ligo muito para hotel, tendo TV, cama, internet e banheiro dentro para mim estão ótimos. Percebi que a maioria dos hotéis que vou tem diária com banheiro e sem banheiro, esse negócio de banheiro fora do quarto é um horror, dá vontade de ir ao banheiro de madrugado você tem que ir ao fim do corredor.
Acomodei-me no quarto, liguei a televisão para ver os jornais, liguei o netbook para ver se a internet é boa e resolvi tomar um banho. Esse hotel tem um banheiro que nunca vi. Você entra no banheiro, tem a pia, o chuveiro e depois vem à privada. Você pode tomar banho sentado na privada, que prático. Para quem é casado e a mulher não gosta que o marido faça xixi no Box, nesse hotel e sem problema, deu vontade é só mirar e pronto mas confesso que o hotel de Cruzília é bem melhor.
Depois da locadora de VHS fiquei procurando locadora de DVD e não achei nenhuma mas encontrei uma loja que vende CD antigo e o senhor fazia as fichas com máquina de escrever, fazia anos que não via uma máquina de escrever e ele estava usando.
O bom de andar nessas cidades é que você vê cada coisa que às vezes nem eu acredito que ainda exista.

Qual é a sua profissão?

Vi a Dani Bolina no programa da Ana Hickman e achei interessante uma pergunta, qual era sua profissão? Ela não soube responder. Eu fiquei pensando naquilo e vi que tem pessoas que inventam profissões. Ela falou que era Panicat! E panicat é profissão? Assistente de palco? O que faz uma assistente de palco no Pânico? Só as vejo rebolando o programa inteira, a única mulher que fala e mal lá é a Sabrina Sato.
E você já notou que tem profissões que não precisa estudar e fazer nada. Antigamente o pessoal que queria trabalhar na televisão fazia jornalismo mas agora participa do Big Brother. Várias vezes já abri a página da globo.com e tinha manchetes com destaque para fulana de tal, ex bbb, ex bbb virou profissão e não sabia, que curso se faz para virar bbb?
E na Fazenda falam que é um Big Brother com gente famosa, mas quem é famoso? Eu por gostar de futebol acho o Dinei famoso mas tem gente que nem sabe onde jogou o Dinei. E a Monique Evans, desde pequeno a vejo na televisão e só hoje me pergunto qual é a profissão de Monique Evans? A Joana tem uma profissão que é ex de jogador de futebol. A Renata Banhara outro dia está na televisão e falou que tinha 20 anos de carreira! Onde ela estava que nunca vi e qual é sua profissão?
E no mesmo programa que a Dani Bolina estava dando entrevista apareceram umas pessoas para fazerem perguntas e embaixo no nome de uma estava escrito blogueiro! Blogueiro é profissão também e eu não sabia, daqui a pouco vai ter gente falando que é tuiteiro, facebookeiro, orkuteiro e outras coisas mais.
Dani Bolina falou que tem umas panicates que fazem programa e muita gente se espantou mas isso sempre existiu e até muitas modelos no começo de carreira faziam isso e depois estavam na televisão.
Valesca Popozuda é funkeira, vocês podem acreditar, ela canta! Mal mas canta e será que tem gente que compra? Tiago falou uma coisa certa na fazenda outro dia: “Aqui não tem celebridade, é tudo vendedor de peixe.” Ele está certo, ele mesmo não conseguiu seguir a carreira do irmão e entrou na Fazenda.
E o legal é que às vezes uma coisa dá certo e começa aparecer um monte. Agora todo mundo faz Stand-up, até o Sergio Mallandro e não é pegadinha, é verdade. No meu tempo Chico Anísio e Jô Soares faziam mas agora virou moda, o cara é engraçadinho pronto, vai fazer Stand-up, é barato, não precisa de figurino nem texto, roteiro, joga o cara no meio do palco e pronto.
Reparei que existem muitas profissões a serem descobertas e tem profissões que nascem com a pessoa e às vezes nem precisa estudar muito ou então nem estudar, quanto mais burro melhor. Até o Alexandre Frota tem várias profissões, ator, diretor, comediante, lutador, jogador de rúgbi e faz isso tudo ao mesmo tempo.
O engraçado que os melhores sempre serão lembrados e os quem tem profissão também mas será que alguém se lembrará quem foi do Big Brother ou da Fazenda daqui a uns 10 anos?

Qual é a sua profissão?

Vi a Dani Bolina no programa da Ana Hickman e achei interessante uma pergunta, qual era sua profissão? Ela não soube responder. Eu fiquei pensando naquilo e vi que tem pessoas que inventam profissões. Ela falou que era Panicat! E panicat é profissão? Assistente de palco? O que faz uma assistente de palco no Pânico? Só as vejo rebolando o programa inteira, a única mulher que fala e mal lá é a Sabrina Sato.
E você já notou que tem profissões que não precisa estudar e fazer nada. Antigamente o pessoal que queria trabalhar na televisão fazia jornalismo mas agora participa do Big Brother. Várias vezes já abri a página da globo.com e tinha manchetes com destaque para fulana de tal, ex bbb, ex bbb virou profissão e não sabia, que curso se faz para virar bbb?
E na Fazenda falam que é um Big Brother com gente famosa, mas quem é famoso? Eu por gostar de futebol acho o Dinei famoso mas tem gente que nem sabe onde jogou o Dinei. E a Monique Evans, desde pequeno a vejo na televisão e só hoje me pergunto qual é a profissão de Monique Evans? A Joana tem uma profissão que é ex de jogador de futebol. A Renata Banhara outro dia está na televisão e falou que tinha 20 anos de carreira! Onde ela estava que nunca vi e qual é sua profissão?
E no mesmo programa que a Dani Bolina estava dando entrevista apareceram umas pessoas para fazerem perguntas e embaixo no nome de uma estava escrito blogueiro! Blogueiro é profissão também e eu não sabia, daqui a pouco vai ter gente falando que é tuiteiro, facebookeiro, orkuteiro e outras coisas mais.
Dani Bolina falou que tem umas panicates que fazem programa e muita gente se espantou mas isso sempre existiu e até muitas modelos no começo de carreira faziam isso e depois estavam na televisão.
Valesca Popozuda é funkeira, vocês podem acreditar, ela canta! Mal mas canta e será que tem gente que compra? Tiago falou uma coisa certa na fazenda outro dia: “Aqui não tem celebridade, é tudo vendedor de peixe.” Ele está certo, ele mesmo não conseguiu seguir a carreira do irmão e entrou na Fazenda.
E o legal é que às vezes uma coisa dá certo e começa aparecer um monte. Agora todo mundo faz Stand-up, até o Sergio Mallandro e não é pegadinha, é verdade. No meu tempo Chico Anísio e Jô Soares faziam mas agora virou moda, o cara é engraçadinho pronto, vai fazer Stand-up, é barato, não precisa de figurino nem texto, roteiro, joga o cara no meio do palco e pronto.
Reparei que existem muitas profissões a serem descobertas e tem profissões que nascem com a pessoa e às vezes nem precisa estudar muito ou então nem estudar, quanto mais burro melhor. Até o Alexandre Frota tem várias profissões, ator, diretor, comediante, lutador, jogador de rúgbi e faz isso tudo ao mesmo tempo.
O engraçado que os melhores sempre serão lembrados e os quem tem profissão também mas será que alguém se lembrará quem foi do Big Brother ou da Fazenda daqui a uns 10 anos?

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Terrorismo não faz heróis.

”220 mil japoneses foram mortos nos ataques NUCLEARES à Hiroshima e Nagazaki.
6 milhões de judeus foram mortos no HOLOCAUSTO.
9 milhões de pessoas foram mortas pela INQUISIÇÃO.
100 milhões de negros foram mortos na ESCRAVIDÃO.
E ainda querem nos convencer que o 11 de setembro (3000 mortos) foi o maior ato terrorista da história?”


Essas frases acima foram retiradas no Facebook e muita gente postou isso e até já tinha escrito sobre isso por aqui e confesso que tinha receio te ser interpretado mal mas acho que tem mais gente que concorda comigo.
Resovi ver algumas opiniões e vi que por ter sido visível foi chocante mas ainda acho que por causa da propaganda americana ficou sendo mais marcante. Os americanos tem essa mania de que tudo deles é maior, até as desgraças e só dão destaque naquilo que são superiores, por isso que eles inventam um tanto de herois.
Quando fui na Disney, notei que não tinha nada do Zé Carioca e por ser Carioca queria alguma cooisa do personagem e perguntei ao guia mas fui informado que o Zé Carioca só aparece em alguns eventos porque ele chama muita atenção e nada pode ser maior que o Mickey. E lá mesmo na Disney senti na pele o preconceito de ser brasileiro, quando entrei numa loja para comprar um presente e quando fui pagar e a vendedora foi me atender uma americana falou para atender ela primeiro por ela ser americana, acho que ela não sabia que entendo alguma coisa de inglês.
Qualquer ato terrorista é imperdoavel sendo com poucos ou muitos mortos e nada justifica o terrorismo, só acho que a imprensa faz muito alarde e tenta comover a gente por aqui e tem gente que acaba caindo nisso.
É igual ao casamento do principe que nem sei o nome, teve gente acordando para ver o casamento e no Brasil só se falava nisso, o que minha vida mudou com esse casamento real. O ato terrorista só serviu para mostrar para o mundo que os americanos não são tão bons assim mas com o esses filmes sobre o atentado transformaram pessoas em herois e mudou o foco da atentado, eles são mestres nisso.

Craque não tem preguiça.

Eu acho que o Ronaldinho é o talento mais desperdiçado do futebol mundial. Seu irmão Assis quando começou também foi muito badalado e era um bom jogador mas nunca foi aquilo que achavam que era. Ronaldinho foi eleito melhor do mundo mas para mim foi o maior enganador. Romário e Ronaldo foram os melhores que aparecerem e Neymar tem tudo para ser maior que Ronaldinho e até acho Rivaldo melhor mas o marketing de Ronaldinho sempre foi melhor.
O Ronaldinho nunca fez o que muito craque fez, nunca ganhou um campeonato sozinho como Maradona e Romário, na Copa de 2002, Rivaldo e Ronaldo foram fundamentais e Ronaldinho só fez um jogo bom nessa copa. No Barcelona jogou bem mas está mais do que provado que a filosofia de jogo do Barcelona é que faz a diferença e quando o Barcelona precisou dele quem decidiu foram Eto’o e Belletti e na decisão do Mundial o limitado lateral Ceará o anulou.
O Messi nesse Barcelona decide e o Ronaldinho não fez isso. Ele fazia jogos excelentes com jogadas plásticas mas só isso. Kaká foi decisivo no Milan, Cristiano Ronaldo foi decisivo no Manchester mas Ronaldinho não.
O que Ronaldinho fez por Grêmio, PSG e Milan? No Milan depois de sua saída ganhou o Italiano. No Flamengo ganhou o Carioca e até jogou bem e quase me convenceu que seria útil para seleção mas voltou ao seu normal e ver seu jogo dá uma preguiça danada. Parecia que ele estava se esforçando para ser chamado mas depois que foi às famosas festas em sua casa voltaram a ser manchetes.
Ronaldinho tem um talento como poucos têm, uma habilidade fora do normal assim como Neymar mas vejo o Neymar muito bem assessorado e querendo jogar sempre, não passa a imagem de preguiçoso.
Ronaldinho fracassou em Olimpíadas, e apesar de ganhar uma Copa mas quando foi destaque não ganhou. O Ronaldo ganhou duas Copas, uma jogando bem, foi campeão mundial pelo Real Madrid fazendo gol, foi campeão da Copa do Brasil pelo Corinthians jogando bem.
Será que vale a pena pagar uma fortuna para ter Ronaldinho ter lampejos de craque num campeonato de 38 rodadas? O Rivaldo por muito menos está fazendo seu papel no São Paulo, Juninho está sendo importante para i time do Vasco e Ronaldinho? O Flamengo tem chance de ser campeão mas não vão me convencer que Ronaldinho é craque, apesar de que ser craque hoje em dia é fácil demais.
Ronaldinho tem 30 anos mas parece que tem mais, Rivaldo tem 39 e Juninho 36 parecem mais inteiros que ele e fora que ninguém vê os dois envolvidos em farras e polêmicas. Se Adriano também tivesse a cabeça no lugar seria bem melhor que Ronaldinho pois quando quis jogar deu um título quase perdido para o Flamengo e isso não vejo Ronaldinho fazer, não vejo vontade nele. Foi um talento desperdiçado mas seu marketing é muito forte e sempre será lembrado como craque mas eu não acredito nisso. Craque não tem preguiça.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Lembrei do Valderrama.

Na década de 80 a Colômbia tinha uma seleção muito forte e que marcou época na América do Sul e sendo presença garantida nas Copas do Mundo. O camisa dez daquela seleção se chamava Valderrama e chamava mais atenção por causa de sua cabeleira vasta e não muito por seu futebol, muitos falavam que ele jogava bem mas eu achava que ele só tocava de lado, tudo bem que ele ditava o ritmo do time colombiano mas a alcunha de craque eu achava exagero.
O jogo entre Brasil e Argentina me lembrou de Valderrama com o jogo de Ronaldinho, ele só deu toque para o lado e para trás, não fez mais nada, Neymar ainda tentou alguma coisa e Leandro Damião salvou o jogo pela jogada que fez e o Mano queria que ele cruzasse, até o Galvão Bueno que é o maior puxa saco reclamou do Mano.
O Ronaldinho fez um grande jogo contra Gana mas parece que agora que voltou para seleção voltou à preguiça, nunca vi um jogador mais preguiçoso que ele, sabe jogar mais joga quando quer e ontem me lembrei do Valderrama.
Quando vi a escalação da Argentina eu pensei que o Brasil com Ronaldinho, Neymar e Damião iriam golear mas o Brasil não fez nada disso, já que ele entrou com Ralf e Paulinho, porque não entrar com Lucas no lugar de Renato Abreu, será que Arouca e Casemiro não são melhor que Ralf e Paulinho? Concordo que eles estão jogando bem no Corinthians mas temos volantes melhores, porque então não colocar uma seleção olímpica já para ir treinando, o Mano está se mostrando um treinador perdido, ele não consegue agradar nem o Galvão Bueno que faz uma força enorme para o brasileiro apoiar essa seleção.
Eu só vi o jogo por falta de opção só estava passando a Fazenda mais baixaria por baixaria preferi o jogo do Brasil. O Mano poderia ter chamado o Leo Moura e ter deslocado o Danilo para o meio junto com o Casemiro, o Mano já chamou o Henrique que estava no Cruzeiro e agora joga no Santos, ele é melhor que Ralf e Paulinho.
A idéia desse super clássico acho bacana e se o Mano não conseguir ganhar esse título podemos parar com ele e chamar Muricy, Felipão ou qualquer um do Campeonato Brasileiro, até o profexor é melhor que o Mano.
Insistir com Ralf e Paulino que parece mais dupla sertaneja e deixar Casemiro no banco e Arouca nem chamar, é até melhor chamar o Willians do Flamengo. O Mano poderia pegar o time sub 20 e colocar Ronaldinho, Neymar, Damião e alguns outros. A zaga foi bem mas porque o time argentino é muito ruim e o momento do futebol argentino é péssimo e o Mano não consegue aproveitar isso, não duvido que a Argentina vença o super clássico.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Ser comentarista é fácil demais.

Vida de comentarista é fácil demais e muitos não sabem da responsabilidade que tem com um microfone na mão. Eu gosto de ver todos os programas de esportes e de qualquer região e alguns eu dou muita risada sobre como eles mudam de opinião.
Os programas esportivos mineiros são uns coitados, todo jogo que perdem é roubado ou tem alguma coisa, eles não perdem por estarem mal e o Cruzeiro agora não presta mais e no início do ano era o Barcelona brasileiro.
Parece que a paciência com o Felipão está acabando e nem ele está servindo e o Palmeiras só tem uma jogada mas só agora que perceberam isso? Quando o Palmeiras estava na frente o Felipão transformou um time ruim em vencedor mas agora perde o Palmeiras só tem uma jogada e qual outra jogada que o Palmeiras tinha? O Santos agora voltou a encantar depois de umas rodadas na zona de rebaixamento e tem comentarista achando que o Santos pode chegar ao topo da tabela, esses comentaristas são a mãe Dinah do futebol.
O Internacional e o Fluminense eram os favoritos antes do campeonato mas depois de começo ruins não eram mais e agora são de novo, vai entender. E o Flamengo? Agora a defesa não presta? O que mudou? Ainda veio o Alex Silva que iria melhorar o time que estava voando e foi o contrário só foi ele chegar que a defesa desandou. O Ronaldinho e o Thiago Neves estavam jogando bem e todos queriam o Ronaldinho na seleção e agora tem comentarista que questiona sua convocação.
Do Vasco ninguém fala e isso é bom pois lembro que em 1997 também ninguém falava do Vasco e o final já sabemos o que aconteceu. O São Paulo, para mim o melhor time do campeonato mais é mal armado, os comentaristas só falam mal do Adilson Batista, eles tem uma má vontade com ele que é impressionante e antes o problema do São Paulo é que não tinha centroavante e quando o Henrique e o Willian José voltassem da seleção isso iria se solucionar mas o problema continua o mesmo.
Ser comentarista no Brasil é fácil demais e no Brasil todo mundo entende de futebol mas tem uns que são metidos a saberem de tudo e se esquecem que opinião todo mundo tem mas não quer dizer que a nossa está sempre certa e que no final do campeonato todos falaram que o campeão sempre mereceu o título e que seu técnico é muito bom, mesmo sendo Adilson Batista.

O basquete voltou.

Quando era pequeno o basquete era o segundo esporte no Brasil, ainda mais com a espetacular vitória sobre os Estados Unidos em Indianápolis em 1987 numa virada que até hoje se comenta e depois dessa derrota os americanos passaram a usar os jogadores da NBA.
Depois o vôlei começou a crescer e com os resultados conquistados passou a ser o novo xodó dos brasileiros e com certa razão, o vôlei brasileiro é espetacular.
O Brasil foi para esse pré olímpico sem crédito algum e ainda teve a dispensa de Leandrinho e a ausência de Varejão e Nenê, este que acho que quase não jogou na seleção e nunca demonstrou vontade de jogar.
Eu lembro que o Oscar se recusou jogar na NBA porque se aceitasse não poderia defender a seleção e para ele a seleção era em primeiro lugar. O time argentino que ganhou tudo joga com seus principais jogadores que também estão na NBA. Porque os brasileiros não têm vontade? Acho que a sensação de se jogar uma Olimpíada deve ser o mesmo que jogar uma Copa do Mundo pelo futebol e porque alguns não querem isso.
Esse grupo que foi valente e ganhou da Argentina com seus astros da NBA dentro da própria Argentina merece ir para Londres disputar a Olimpíada e não levar os nossos astros da NBA. Agora você imagina se os jogadores da NBA brasileiros jogassem pela seleção, o esporte aqui no Brasil cresceria e eles seriam ídolos mas com essas dispensas colocam em dúvida suas carreiras no Brasil e mesmo o Leandrinho voltando a jogar no Brasil não vai mudar sua imagem na seleção.
O único jogador que se manifestou foi Alex, um guerreiro, dizendo que Nenê só esteve com o grupo duas vezes e que não achava ele parte do grupo. Esse treinador argentino é muito correto e não sei qual será sua decisão mas torço para não levar esses jogadores. Eu sei que se o Brasil não fizer uma boa campanha na Olimpíada e esses jogadores manifestarem querer jogar e ele não levá-los a culpa cairá sobre ele mas seria sacanagem com esses jogadores que lutaram tanto para levar o Brasil depois de 15 anos de volta a uma Olimpíada.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

11 de setembro

Não sou a favor de atos terroristas e muito menos acho certo o que aconteceu no dia 11 de setembro. Mas usar essa data como um marco ou qualquer outra coisa acho exagerado como tudo que o americano faz. Alguém se lembra da data da bomba de Hiroshima? Mas quando o americano pisou na Lua e o atentado das torres gêmeas todos sabem. Ninguém se lembra do atentado no metro de Madri que acho que também foi um ato horrível.
Os americanos atacam todo mundo, eles se metem na vida de todos os países, no oriente médio está sempre em guerra e os americanos estão no meio. Eu entendo que quando se ataca o normal é ser atacado também e nunca ninguém teve coragem, tirando o Japão mas os americanos destruíram uma cidade inteira e ninguém achou errado e não usou o dia para mostrar para o mundo o que eles fizeram.
Agora na TV só se falam isso e os reportares falam que são imagem que vão emocionar, eu trabalhei nesse dia como em qualquer outro, vi o noticiário mas não parei de trabalhar. E o domingo só foi isso, como os americanos fazem um circo com tudo isso.
Deve ter gente que vai parar no dia 11, vai se emocionar assim como chorou com a morte da princesa Diana, eu já aviso que não chorei. E mais uma vez os americanos saem como heróis no combate do terrorismo e o pessoal insiste que o atentado mudou o mundo mas na minha vida não mudou nada, continuo com altos e baixos como qualquer brasileiro.
Os americanos são mestres em mudar o foco do mundo assim como foi quando a eles pisaram na Lua, eu tenho dúvidas, e depois os kamikazes japoneses e agora o 11 de setembro, que vai fazer dez anos e para mim só mudou que os americanos não são tão protegidos assim e ainda dizem que mataram o Bin Laden mas não mostraram nada do corpo dele enquanto ele derrubou a prepotência dos americanos e mostrou para o mundo.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Futebol Carioca o melhor do Brasil

No serviço falaram que iriam acabar os estaduais para fazer o Brasileiro o ano todo. Acho difícil isso acontecer mais um comentário me chamou atenção, falaram que o único estadual que presta é o Paulista e algumas coisas me vieram na cabeça.
Quem lidera o Brasileiro é o Corinthians mas com Vasco, Botafogo e Flamengo em cima e com chances de serem campeões. O Flamengo foi campeão Brasileiro de 2009, o Fluminense foi campeão Brasileiro de 2010 e vice da Sul americana em 2009 e o Vasco campeão da Copa do Brasil, tudo bem que o Santos ganhou a Copa do Brasil de 2010 e a Libertadores 2011 mas o futebol Carioca não perde em nada para o Paulista mas insistem em falar que o Campeonato e o futebol paulista o melhor do Brasil.
Os clubes paulista dizem que são mais organizados. O Palmeiras é organizado? O presidente briga publicamente com seu melhor jogador e ninguém se entende por lá e o São Paulo que depois de ganhar tudo não para com nenhum treinador no comando. Os times do Sul são organizados e o Internacional ganhou a Libertadores de 2010 mas não conseguiu passar pelo Mazembe mas e o Corinthians que foi o primeiro brasileiro e ser desclassificado antes da fase de grupos na Libertadores pelo Tolima.
Não vou entrar no mérito de quem é melhor mas não acho que o futebol paulista é superior a todos, isso não é. Os estaduais nenhum são bons e o de São Paulo não dá público nenhum e o Campeonato Carioca nos clássicos dão público e até mesmo no Sul o Grenal lota, coisa que não acontece em São Paulo.
O futebol independente de estados é fase e depende dos times que são formados e nesse ponto acho que os mineiros levam desvantagem por terem menos títulos brasileiros que os outros mas o Cruzeiro já ganhou a Libertadores e a Copa do Brasil, e o Galo sempre montou grandes times mas não ganha nada. No sul Inter e Grêmio sempre montam times campeões.
No início da Copa do Brasil só falavam que palmeiras e São Paulo poderiam ser campeões mas no final deu Vasco e agora no Brasileiro os times cariocas estão bem na tabela, menos o Fluminense mas que tem um bom time. Os times cariocas estão no mesmo nível dos paulistas, tem suas deficiências e qualidades. O Vasco tem um bom grupo e depois do acidente com Ricardo ficou mais unido e o Botafogo também parece um grupo forte com bastante união e o Flamengo tem Ronaldinho, Thiago Neves e Leo Moura. Em São Paulo o Corinthians do meio pra frente é muito forte mas igual ao Flamengo tem uma defesa que não dá segurança, no Palmeiras a força vem do seu treinador Felipão que consegue com um elenco limitado importantes vitórias, o São Paulo para mim é o melhor time paulista com uma geração com Casemiro, Lucas e Henrique ao se juntar com Ceni e Luis Fabiano pode ser campeão e o Santos por ter ganhado a Libertadores está usando o Brasileiro para treinar para o Mundial e seu elenco tem jogadores fora de série.
O futebol carioca há muito tempo mostra com títulos e resultados que não deve para ninguém no Brasil e se em 2011 o campeão sair do Rio de Janeiro não vai ser surpresa nenhuma, estamos ganhando esse título faz dois anos.