As arvorés
“Caminho sobre o sol
Canto na chuva
Escrevo seu nome
Escrevo poemas
Sem rimas
Canções sem estrofes
E hinos sem refrão
Perguntas perdidas
Respostas no tempo
Olhares que se cruzam
Bocas que se beijam
Amores acabam
Tristezas tem fim
Da dor nasce o amor
Do amor brota a flor
Criam canções
Aparecem refrões
Voz se misturam ao vento
Versos se acham em papel
Tudo vem do acaso
Nem toda rosa precisa de vaso
Nem todo fundo é raso
Palmas que demonstram alegrias
Lágrimas que mostram
A felicidade
Nem sempre quando um ganha
O outro perde
Todos perdem
Todos ganham
Todos amam
Quando se perde
Podemos ser achados
O fino corte do machado
A madeira renasce
Constroem as vidas
Que nem sempre estão perdidas”
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