“Soldados”
Somos todos iguais. Quando crianças somos inocente, pura, saudável e levada. Depois crescemos por dentro e por fora, muda-se tudo, começando pelo nosso corpo.
Na adolescência tentamos mudar o mundo, lutamos, brigamos, não obedecemos ninguém. Somos os donos da verdade, vivendo em separado, por uma nação sem rumo mas quando jovens formamos grupos, se tem lideres, se formam clubes, times e bandas. Todos unidos por um só objetivo, amigos.
É uma pena que se cresce e vê um mundo adulto violente e egoísta. Cadê o brilho da geração Coca-Cola? Cadê as flores que formam o buquê? Quem são essas flores? Quem somos nós? Quem sou eu e quem é você? Cadê nossos reis? Cadê nossa religião? Cadê o futuro que estava ali, na nossa frente? Onde estão todos? Estou sozinho mesmo na multidão, todos me olham mas não enxergo ninguém. Todos estão rindo em separado. Cadê os irmãos e irmãs? Cadê meus amigos e seus amigos? Seus pais, seus filhos, minha tribo, meu estado, onde estão? Todos cantam uma canção diferente, gritando o mesmo refrão.
Este é o livro das flores
Este é o livro do destino
Este é o livro de nossos dias
Este é o dia de nossos amores.
Eduardo Gomes Dancuart – 09/03/1998
“É preciso amar as pessoas como se não houvessem amanhã porque se você parar para pensar na verdade não há”
Somos todos iguais. Quando crianças somos inocente, pura, saudável e levada. Depois crescemos por dentro e por fora, muda-se tudo, começando pelo nosso corpo.
Na adolescência tentamos mudar o mundo, lutamos, brigamos, não obedecemos ninguém. Somos os donos da verdade, vivendo em separado, por uma nação sem rumo mas quando jovens formamos grupos, se tem lideres, se formam clubes, times e bandas. Todos unidos por um só objetivo, amigos.
É uma pena que se cresce e vê um mundo adulto violente e egoísta. Cadê o brilho da geração Coca-Cola? Cadê as flores que formam o buquê? Quem são essas flores? Quem somos nós? Quem sou eu e quem é você? Cadê nossos reis? Cadê nossa religião? Cadê o futuro que estava ali, na nossa frente? Onde estão todos? Estou sozinho mesmo na multidão, todos me olham mas não enxergo ninguém. Todos estão rindo em separado. Cadê os irmãos e irmãs? Cadê meus amigos e seus amigos? Seus pais, seus filhos, minha tribo, meu estado, onde estão? Todos cantam uma canção diferente, gritando o mesmo refrão.
Este é o livro das flores
Este é o livro do destino
Este é o livro de nossos dias
Este é o dia de nossos amores.
Eduardo Gomes Dancuart – 09/03/1998
“É preciso amar as pessoas como se não houvessem amanhã porque se você parar para pensar na verdade não há”
Renato Russo 1960 - 1996
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