quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Bobby Moore




















Robert "Bobby" Frederick Chelsea Moore (12 de abril de 1941 - 24 de fevereiro de 1993)
Foi um famoso futebolista inglês que se destacou na posição de zagueiro, considerado um dos melhores do século XX. Disputou a Copa do Mundo de 1970, já tendo, como capitão, erguido a Copa do Mundo de 1966 e disputado a de 1962.
Um dos maiores ídolos do West Ham United, morreu de câncer, em 1993. Em 2004, foi eleito o melhor jogador da Inglaterra dos 50 anos da UEFA, nos Prêmios do Jubileu da entidade, superando Bobby Charlton.
Em 1981, fez parte da gravação do filme Victory (Fuga Para A Vitória), junto a Sylvester Stallone, Pelé e outros jogadores.











Beckenbauer






Franz Anton Beckenbauer (Munique, 11 de setembro de 1945)




Atualmente é dirigente do Bayern Munique, clube com o qual tem sua história entrelaçada. Sua alcunha é der Kaiser ("O Imperador", em alemão). Com a seleção alemã (da então Alemanha Ocidental), foi campeão mundial como jogador (em 1974) e técnico (1990), sendo um dos dois únicos a ter a marca, ao lado do brasileiro Mário Jorge Lobo Zagallo.
Carreira
Nascido na Baviera, ingressou aos 14 anos nos juvenis do Bayern Munique, então um clube pequeno da Alemanha. Na infância, também jogava tênis, tornando-se amigo de Sepp Maier, com quem praticava o esporte. Maier foi convencido relutantemente por Beckenbauer a também jogar futebol, "mais fácil", segundo o futuro Kaiser, que inclusive indicou a melhor posição para o amigo, que não tanta habilidade com os pés: goleiro. Convencer Maier, que também foi para o Bayern, não foi tão difícil para quem já havia peitado o próprio pai, que, aposentado devido a ferimentos que sofrera na Segunda Guerra, não gostava que Beckenbauer utilizasse o único par de sapatos que possuía para jogar futebol.
Quando Beckenbauer e Maier ascenderam ao time principal, em 1965, o rival Munique 1860 vivia melhor momento: havia acabado de ser vice-campeão da Recopa Europeia, tendo levantado em 1964 a Copa da Alemanha pela segunda vez. O Bayern, por sua vez, tinha como títulos a Copa da Alemanha de 1959 e um longínquo campeonato alemão em 1932 e havia acabado de subir da segunda divisão. O time alemão mais vitorioso era o também bávaro Nuremberg, com então sete títulos no campeonato. Paralelamente, Beckenbauer encontraria no elenco outro parceiro, Gerd Müller.
Em sua primeira temporada profissional, o jovem Beckenbauer viu o outro time da cidade ser o campeão da Bundesliga e igualar-se ao número de conquistas do seu time, que ainda por cima não tinha nenhuma expressão internacional. Na Bundes, o Bayern ficou em terceiro, a três pontos do 1860; já na Copa da Alemanha os vermelhos foram campeões. A performance do jovem o levaria de imediato à Seleção Alemã-Ocidental, que o convocaria para a Copa do Mundo de 1966, ao final daquela temporada 1965/66. Maier também foi à Copa, como terceiro goleiro, enquanto Beckenbauer já seria titular.
Beckenbauer e Maier voltaram da Inglaterra com a experiência de terem sido vice-campeões (para a própria Inglaterra), o que parece sido bom para a carreira de ambos e para o clube de ambos. Na temporada seguinte, os dois conseguiriam com o Bayern o que o rival 1860 perdera na anterior: o troféu da Recopa Europeia, o primeiro título internacional do clube. O troféu veio com vitória por 1 x 0 na prorrogação sobre os escoceses do Rangers; a equipe também seria bi da Copa da Alemanha. O habilidoso meia de de futebol vigoroso, liderança natural, passes precisos de curta e longa distância e capaz de desarmar sem fazer faltas acabaria recebendo a alcunha de "brasileiro da Alemanha", antes de tornar-se Kaiser. Outras marcas registradas de seu futebol vistoso eram a elegância com seu porte ereto, passadas largas e a cabeça sempre erguida, além da grande visão de jogo.
Na temporada de 1968/69, viria finalmente o primeiro título do Bayern na Bundesliga, o primeiro troféu do clube no campeonato alemão desde 1932. A conquista ofuscou a decepção da Alemanha Ocidental em relação à Eurocopa 1968: nas Eliminatórias, o país foi desclassificado ao empatar com a inexpressiva Albânia.
Era de Ouro
Após o título, Beckenbauer solidificou sua presença na Seleção, juntamente com os amigos Maier e Müller. Aos poucos, o Bayern desvencilhava-se da rivalidade com o 1860 e formava outra, contra o Borussia Mönchengladbach, campeão da Bundes nas duas temporadas seguintes, em que o Bayern foi vice. A resposta veio com um tricampeonato consecutivo iniciado em 1971. Um outro tricampeonato ocorreria no mais importante torneio europeu de clubes, a Copa dos Campeões da UEFA, que nenhum clube alemão havia conquistado ainda. O Bayern venceria o torneio em 1974, 1975 e 1976, sucedendo um igual tricampeonato do Ajax de Johan Cruijff. O tricampeonato em 1976 lhe renderia sua segunda Bola de Ouro; a France Football lhe entregara a premiação pela primeira vez em 1972.
O primeiro dos títulos foi o mais dramático: o Atlético de Madrid abrira o placar a seis minutos do fim da prorrogação. O lateral Hans-Georg Schwarzenbeck empatou de fora da área nos últimos segundos, forçando um jogo-desempate. Os muniquenses levaram fácil a melhor sobre um adversário abatido, goleando por 4 x 0 semanas antes da Copa do Mundo de 1974, da qual 7 dos 11 titulares vitoriosos na final eram do clube: Beckenbauer, Maier, Müller, Schwarzenbeck, Paul Breitner e Uli Hoeness. Daí vinha a relação que perdura até os dias atuais entre os grandes jogadores da Seleção Alemã e o Bayern.
As duas conquistas europeias seguintes, contra Leeds United e Saint-Étienne, vieram com o time perdendo espaço no Campeonato Alemão; o rival-novo Borussia Mönchengladbach inclusive igualaria o tricampeonato nacional seguido. Aos 33 anos, líder do Bayern desde os 22, Beckenbauer decidiu aceitar proposta do futebol estadunidense. O clube era o Cosmos, que no mesmo período contratara outras estrelas internacionais: o brasileiro Carlos Alberto Torres e o italiano Giorgio Chinaglia. Deixou o Bayern como um dos grandes responsáveis por mudar o destino do clube, que se tornaria o maior da Alemanha, a ponto de deixar a rivalidade com o Munique 1860 de lado para despertar outras em todos os grandes times do país. Ironicamente, era justamente pelo 1860 que o Kaiser torcia e sonhava em jogar antes de iniciar a carreira
O Cosmos já era famoso mundialmente por ter contratado ninguém menos que Pelé em 1975. O Kaiser superou o próprio Rei na eleição do melhor jogador nos Estados Unidos em seu primeiro ano no clube de Nova York (o único ano em que jogou ao lado de Pelé, que se aposentaria), sendo campeão. No mesmo ano em que aceitou o convite, por coincidência ou não, perderia lugar na Seleção: o técnico Helmut Schön o considerava velho e o avisou de antemão que não o incluiria entre os convocados para a Copa do Mundo de 1978.
Outros dois títulos nacionais com o Cosmos viriam em 1979 e 1980, com a equipe contando também com Johan Neeskens, Marinho Chagas e Romerito. Após o terceiro Soccer Bowl pelo Cosmos, Beckenbauer resolveu voltar à Alemanha Ocidental, visando participação na Copa do Mundo de 1982. Escolheu o Hamburgo, sucessor do Mönchengladbach como rival momentâneo do Bayern: o HSV fora campeão em 1979 sobre os muniquenses, e a ordem fora invertida no ano seguinte.
Em sua primeira temporada no Hamburgo, o clube foi novamente vice-campeão contra o Bayern, que somava o seu nono título alemão, tornando-se o maior vencedor do campeonato. Na segunda, que era a temporada justamente anterior à Copa, o Hamburgo levaria a melhor, com seu ex-clube ficando em terceiro. Entretanto, não convocado para o mundial da Espanha, Beckenbauer ficou desgostoso e resolveu voltar imediatamente ao Cosmos, aposentando-se lá no ano seguinte, 1983 - perdendo o bicampeonato do Hamburgo e o título que o clube teria no mesmo ano na Copa dos Campeões da UEFA.


No duelo entre as Alemanha Ocidental e Oriental, na Copa do Mundo de 1974.
Seleção alemã
Foi utilizado pela primeira vez nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 1966, onde começou sua parceria sólida no meio campo da Seleção com Wolfgang Overath, do Colônia. A Alemanha Ocidental classificou-se no grupo que compunha com Suécia e Chipre.
Aos 21 anos, já era eleito um dos melhores de uma Copa do Mundo. Ele, que acabara de chegar à Seleção Alemã-Ocidental, firmava-se rapidamente entre os titulares e seria vice-campeão da Copa do Mundo de 1966. Ao contrário dos volantes da época, que ficavam no desarme e na proteção à defesa, Beckenbauer mostrou logo no jogo inaugural um diferencial, ao partir de seu campo com a bola dominada para o ataque e marcando dois contra a Suíça. Marcou seu terceiro gol nas quartas-de-final, contra o Uruguai, e outro na semifinal, o segundo dos 2 x 1 sobre a União Soviética de Lev Yashin, em belíssimo chute de fora da área em que a bola entrou no ângulo esquerdo do lendário goleiro soviético, após dar a impressão de que sairia. Na final, coube a ele marcar o astro máximo do adversário, a anfitriã Inglaterra: Bobby Charlton. Os dois gênios acabariam então se anulando na decisão, que terminou com vitória britânica por 4 x 2.
Após a Alemanha Ocidental perder pela última vez um torneio importante, ao ser eliminada da Eurocopa 1968, o país foi à Copa do Mundo de 1970 com Beckenbauer já como capitão da Mannschaft, posto que ocuparia por dez anos. Protagonizaria no México uma das cenas antológicas em mundiais, ao participar no sacrifício na semifinal, contra a Itália, em que teve de jogar boa parte do jogo segurando o ombro direito, deslocado. A lesão ocorreu aos 25 minutos de jogo, onde levou uma trombada quando tentava entrar na área italiana; como as substituições permitidas (na época, duas) já haviam sido feitas, ele teve de imobilizar o ombro e voltar ao campo.
Acabaria em vão: os italianos venceriam por 4 x 3 e iriam à final. Antes, nas quartas-de-final, os alemães já haviam sentido o gosto de vingar-se dos rivais ingleses: reverteram uma derrota parcial de 0 x 2 e viraram a partida para 3 x 2, com o primeiro gol da reação sendo marcado pelo Kaiser, que havia inicialmente sido incumbido de marcar novamente Bobby Charlton, resolvendo deixar a vigilância sobre o inglês de lado após o segundo gol adversário. Vinte minutos depois, acertaria de fora da área no canto direito de Peter Bonetti. Os alemães-ocidentais terminariam a Copa obtendo a terceira colocação, para cujo jogo Beckenbauer foi poupado, devido à lesão no ombro.
O primeiro troféu do Kaiser viria dois anos depois, com o título da Eurocopa 1972 sobre a União Soviética. Naquele ano ele, campeão nacional com o Bayern, receberia sua primeira Bola de Ouro como melhor jogador da Europa. Dois anos depois, a Alemanha Ocidental sediaria a Copa. Na primeira fase do mundial de 1974, o país classificou-se sem sustos, com vitórias sobre Chile e Austrália. Perdeu quando podia: na última rodada, para a rival Alemanha Oriental, para a surpresa de muitos e, para outros, a acusação de que o resultado foi "permitido" para os anfitriões não enfrentarem o Brasil na fase de grupos seguinte (como seria disputada a segunda fase do torneio, ao invés de mata-matas).
Na segunda fase, vitórias sobre Iugoslávia e Suécia deixaram a vaga na final ser decidida diretamente contra outra rival, a Polônia. Em jogo duro, os germânicos venceram por 1 x 0 e enfrentariam na final a grande sensação, os Países Baixos de Cruijff, que haviam eliminado a Seleção Brasileira. Se na Alemanha Ocidental ninguém discutia sua liderança, a ponto de ele interferir na escalação da final - preferia o parceiro Overath ao herói da Euro 72, Günter Netzer, acusado de mercenário, o mundo aguardava seu tirateima com o craque neerlandês. A final terminaria em vitória de virada por 2 x 1 para os anfitriões, fazendo de Beckenbauer o primeiro jogador a erquer a Taça FIFA.
Dois anos depois, aos 30 anos, seria vice-campeão da Eurocopa 1976, perdida nos pênaltis para a Tchecoslováquia. No ano seguinte, quando foi jogar nos EUA, perderia seu espaço na Nationalelf e não voltaria mais.
Como treinador
Dez anos após seu último torneio pela Alemanha Ocidental, voltava à Seleção do país como técnico, substituindo Jupp Derwall. Em sua primeira experiência como treinador, foi logo vice-campeão da Copa do Mundo de 1986, mas seguiu-se um decepcionante terceiro lugar na Eurocopa 1988, disputada em casa. No mundial seguinte, a Seleção Alemã-Ocidental reencontraria na final o adversário que a vencera em 1986, a Argentina, em uma luta entre ambas pelo tricampeonato mundial, o que igualaria uma das duas a Brasil e Itália. Dessa vez, a Alemanha Ocidental levou a melhor. Depois da Copa, Beckenbauer deixou o posto para seu ex-colega Berti Vogts.
A segunda experiência como treinador viria na França. Convidado pelo presidente do clube, aceitou a proposta para treinar o Olympique de Marseille após a Copa, mas não teve sucesso; o clube chegou à final da Copa dos Campeões da UEFA de 1990/91 já sem o Kaiser como treinador.
As outras oportunidades como técnico vieram com o Bayern Munique, duas vezes, acumulando já a função de presidente. Foi campeão alemão em 1993-94, assumindo o cargo no decorrer da temporada. Em 1996, na segunda passagem, despediu-se com um troféu, o da Copa da UEFA de 1996. Mantém-se como presidente do Bayern até hoje, tendo também assumido a superintendência do Comitê Organizador da Copa do Mundo de 2006, realizada na Alemanha.
Beckenbauer também é comentarista do caderno de esportes do jornal Bild

Carlos Alberto Torres



Carlos Alberto Torres (Rio de Janeiro, 17 de julho de 1944)
Um dos maiores laterais-direitos da história, ele foi o capitão da Brasil que ganhou a Copa de 70, no México, ficando conhecido como o Capitão do Tri. No que diz respeito aos clubes, Carlos Alberto jogou pelo Fluminense, Botafogo, Flamengo, Santos, e o New York Cosmos. Ele foi o companheiro de Pelé nos últimos dois clubes.
Carioca de Vila da Penha, Carlos Alberto foi revelado pelo Fluminense, onde foi campeão do Campeonato Carioca de 1964 e medalha de ouro pelos Jogos Pan-Americanos de 1963 disputado em São Paulo. Logo depois se transferiria para o Santos.
Quando Carlos Alberto chegou na Vila Belmiro em 1965, o Santos atravessava o seu apogeu, com conquistas brilhantes como o bicampeonato da Copa Libertadores da América e do Mundial de Clubes.
Muitos cronistas dizem que foi um dos maiores laterais direitos que o Brasil e o mundo viram jogar. Tinha habilidade, respeito dos companheiros e, como uma de suas características principais, uma forte personalidade.
Pelo Santos foi pentacampeão paulista em 1965, 1967, 1968, 1969 e 1973, ano em que conquistou seu último título pelo time da Vila Belmiro.
Em 1975 foi vendido ao Fluminense, onde faz parte do time que ficou conhecido como "Máquina Tricolor", sendo bicampeão carioca em 1975 e 1976, semi-finalista dos campeonatos brasileiros destes mesmos anos, depois passando pelo Flamengo.
Carlos Alberto marcou sua história em todos os times que jogou, pois além de talentoso, conseguiu se firmar e ganhar respeito em vários time de craques, mesmo na Seleção Brasileira tricampeã da Copa do Mundo de 1970, onde era um dos líderes e o capitão desta equipe.
Carlos Alberto foi nomeado por Pelé um dos 125 melhores jogadores vivos do mundo em março de 2004. Atualmente é treinador de futebol.
Em seu primeiro ano como treinador, já se consagrou Campeão Brasileiro pelo Flamengo.
Carlos Alberto foi eleito no time de todos os tempos de Santos, Botafogo e Fluminense pela revista Palcar. Teve um filho, Alexandre Torres, que foi zagueiro do Fluminense, Vasco e jogou muito tempo no Japão e conquistou vários títulos.
Carlos Alberto foi eleito da seleção da América do Sul de todos os tempos e um dos melhores em sua posição no munda e ainda jogou muito bem de zagueiro central.

O Santos teve medo.

Quando vi a escalação do time do Santos já sabia que o Barcelona iria golear, eles já tinham enormes chances de ganhar mas o Santos teve medo e respeito demais. Um time para ganhar do Barcelona tem que marcar também sobre pressão ou ter uma defesa muito forte como teve a Internazionale quando os tirou da Copa dos Campeões.
A defesa do Santos nunca foi forte. O Santos ganhou os títulos jogando para frente mesmo na Libertadores quando jogavam fora eles atacavam e sufocavam os adversários mas justo no jogo mais importante Muricy entra com três zagueiros e lembrando que o Santos nunca jogou assim.
Não adianta você colocar muitos zagueiros por o jogo do Barcelona é no meio campo, a Inter jogou até com Eto’o marcando o Daniel Alves. Quando a bola chegava ao ataque do Barcelona pegavam os zagueiros de frente e até eles virarem para pegar os jogadores do Barcelona eles já estavam quase dentro do gol.
Me arrependi de ter acordado cedo. Se visse a escalação um dia antes passava meu domingo de manhã dormindo e veria os melhores momentos mais tarde.
O que eu gosto mais é dos comentaristas, do antes e depois do jogo. Teve comentarista que falou que se o Santos ganhasse seria igual à Copa de 82 que mudou o futebol, o que acho absurdo porque no mesmo ano a Juventus de Turim tinha um time magistral e conquistou o mundo.
Sempre achei que o melhor do mundo é o time do Barcelona que quando a Espanha jogou como o Barcelona ganhou a Copa mesmo sem o Messi que para mim é um craque mas sou fã mesmo do Xavi e Iniesta, acho que sem eles nem o Messi resolveria e lembrar que até nesse esquema o bicho preguiça do Ronaldinho jogou bola e foi o melhor do mundo e depois não fez mais nada. Concordo que o Guardiola também ajudou nesse estilo mas essa filosofia vem desde o tempo de Cruijff que sempre quis o futebol bem jogado com a bola nos pés mas é preciso de um treinador e um elenco capaz de executar. Guardiola foi jogador do Barcelona na época e sabe como o clube funciona e a maioria dos jogadores cresceu ali, isso faz a diferença.
Mas gostaria de ter visto um Santos ousado como foi à temporada toda que mesmo na derrota contra o Flamengo teve 15 minutos arrasadores. O Santos foi anulado o jogo inteiro e ficou dependendo de um lampejo de Neymar e Ganso parecia à seleção do Mano que joga nas costas dos moleques uma responsabilidade muito grande.
Enquanto tiver medo do Barcelona esse time vai ganhar tudo e atropelar quem tiver medo. O Barcelona pode ganhar a Copa dos Campeões mais uma vez mais será mais difícil se não tiverem medo de enfrentá-los.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Os verdadeiros herois.

Eu me tornei bicampeão mineiro de equipes mas esse bicampeonato foi especial demais não só por ter feito os melhores jogos que já fiz, espero que tenha jogos melhores, mas por termos aprendido a jogar em equipe.
Ser campeão individual é muito bom, ser sempre campeão é bom, mas eu acho o de equipe muito melhor. Muita gente acha que uma equipe boa é só ter valores individuais mas não é. Jogar de equipe é diferente e essa vitória mostrou isso.
No início do ano quando me transferi para o Sociedade Mineira muita gente achaou que ganharíamos o equipe até com uma certa facilidade por termos os três primeiros individuais e ainda tínhamos Igor que no final foi bicampeão juvenil.
Mas só isso não basta para ser campeão precisa de algo mais e acho que nesse segundo turno tivemos dois heróis que sem eles não ganharíamos. Depois de um brasileiro de equipes que vimos que não sabíamos jogar em equipe e perdemos até a vontade de jogar equipe voltaríamos a ser somente individual mas queríamos ser campeões de equipes para ganhar a vaga para jogarmos o brasileiro na nossa casa mas não poderíamos ter objetivos individuais e sim de equipes.
Chamamos todos para jogar mas infelizmente alguns não puderam participar e até um dia antes do campeonato só tínhamos três jogadores(equipe se joga com quatro) e o Fernando só chegaria no segundo jogo, o mais importante.
Eu, Daniel e meu pai estávamos confirmados mas não tínhamos mais ninguém mas entrou nosso primeiro herói, Leo, Daniel ligou para legal que estava passando o fim de semana no sítio de sua família mas se comprometeu ir se o Daniel pudesse pega-lo, Daniel foi.
Leo começou a jogar esse ano e um pouco antes do Brasileiro de junho e mesmo assim encarou o brasileiro e depois jogou a Copa Geraldo Decourt. Nossa equipe estava formada para o primeiro jogo.
Eu e Daniel sabíamos que a responsabilidade era nossa e que não podíamos deixar meu pai e Leo nervosos e que qualquer ponto que eles fizessem seriam muito comemorado. E logo na primeira rodada meu pai e Leo venceram assim como eu e Daniel trazendo mais tranqüilidade para equipe e assim ganharmos o jogo com tranqüilidade, agora era esperar o Fernando chegar, mas ele não chegava.
Iríamos jogar contra APCFM, campeã do ano passado e que só precisava de um empate contra a gente para serem bicampeões e o Fernando não chegava. Mais uma vez tranqüilizamos Leo e meu pai e eu e Daniel tínhamos que ser perfeitos.
Felizmente Fernando chegou no intervalo da primeira rodada trazendo mais esperança já que eu e Daniel estávamos ganhando nossos jogos. A primeira rodada acabou empatada e Fernando entraria na segunda mais como viajou o dia todo estava muito cansado e não ganhou na segunda rodada mas eu e Daniel continuamos a ganhar e a segunda rodada terminou mais uma vez empatada.
O Fernando antes da terceira rodada falou para mim que ganharia o próximo jogo dele então eu falei que ganharia o meu também mas a equipe como empate do Daniel passou a frente e na última rodada precisávamos de duas vitórias e o Fernando falou que precisávamos de mais uma porque eu iria ganhar meu jogo mas o mais importante foi o ponto do segundo herói do dia, meu pai que depois de estar perdendo conseguiu o empate que foi muito comemorado com a vitória do Fernando e enfim a Sociedade Mineira se tornará campeã Mineira de 2011.
Ser campeão por equipes não basta ter os melhores jogadores mas sim pessoas que sabem jogar em grupo. Não fui o melhor por ter feito uma campanha invicta, nem o Fernando por ter chegado na hora certo, nem o Daniel por ter feito pontos importantes mas sim Leo e meu pai por terem tranqüilidade de deixarem a gente jogar e tranqüilidade para fazerem pontos importantes.
Eles são os verdadeiros heróis desse título.