terça-feira, 29 de novembro de 2011

O Vasco voltou.

O Corinthians tem tudo para ser campeão, só depende dele mas o melhor time do Brasil é o Vasco. Tudo bem que sou vascaíno mas ver esse time lutar a cada jogo e a união dos jogadores em busca da vitória dá orgulho de ser vascaíno.
No início do ano o Vasco era candidato ao rebaixamento até mesmo no Carioca, Felipe estava encostado, alguns viam a chegada do Ricardo Gomes com desconfiança, naquele momento o Vasco precisava de um treinador com pulso forte diziam alguns comentaristas.
Mas aos poucos o Vasco foi se reabilitando, Trouxe o Diego Souza que chegou sem fazer alarde, trouxe Alecssandro e muitos diziam que com esse time o Vasco não iria chegar muito longe inclusive na Copa do Brasil com os favoritos sendo São Paulo, Flamengo e Palmeiras, pois é hoje nenhum dos três pode ser campeão Brasileiro e nem foram campeão da Copa do Brasil e também não estão na semifinal da Copa Sulamericana.
O Vasco ganhou a Copa do Brasil e muitos falaram que iria relaxar no Brasileiro por causa da vaga na libertadores mas Ricardo Gomes sempre disse que lutaria pelo título que ficar em quarto ou terceiro não adiantava nada.
Ver o Vasco jogar hoje chega até a emocionar, o choro do Bernardo mostra o tanto que esse grupo está querendo jogar pelo Vasco, o Alecssandro mesmo no banco de reservas entrou e resolveu e hoje falar quem é titular no Vasco é difícil tirando o Dedé e o Fernando Prass todos ali já foram para reserva e voltaram, o Vasco tem um grupo e não depende de um jogador, a sua força é o grupo.
O Vasco pode perder os dois campeonatos que disputa mas sem dúvida o Vasco voltou a ser grande e dar esperança a sua torcida e não duvido se no domingo nos tornarmos campeões e como disse o Juninho o time vai lutar.

domingo, 20 de novembro de 2011

Sepp Maier






Josef Dieter Maier (Haar, 28 de fevereiro de 1944) foi o maior goleiro do futebol alemão, apelidado de o gato, tinha pernas curvadas, reflexos super rápidos.
Biografia
O Anjo irônico tem como seu maior feitos as várias defesas que fez na final de 1974, onde a Alemanha Ocidental, com um time inferior venceu a fantástica Holanda.
Autor de defesas fantásticas, o divertido Maier foi um dos maiores goleiros da história da Alemanha. No Maracanã contra a Seleção Brasileira, sempre a mesma categoria também brilhou. Na Copa de 78. Cercado por repórteres, o atacante Fischer ouve a pergunta: "Como um jogador tão ruim como você consegue jogar numa seleção campeã do mundo?" Furioso, o alemão abre caminho em busca do autor da pergunta. Era o goleiro Sepp Maier em mais uma de suas brincadeiras. Ele se destacava entre os sisudos alemães pelo eterno bom humor, mas não foi o humorista que entrou para a história, e sim o goleiro. Aos 22 anos, ele assumiu a camiseta número um da Seleção e só a deixou ao encerrar a carreira, quatro Copas do Mundo depois. Com 1,83 m, pernas arqueadas, cabelos vermelhos e encaracolados, formava um tipo marcante. Era o "Anjo" que a torcida e a imprensa adoravam.
Maier dizia que suas maiores virtudes eram o controle absoluto dos nervos, a fé incondicional em si mesmo e o treinamento, sempre centrando esforços nos trabalhos de cintura e de recuperação. Mais importante do que as qualidades acima, foi a insanidade típica dos goleiros que fez de Maier um dos maiores de todos os tempos. Corajoso, oferecia o rosto às chuteiras adversárias em saídas arrojadas. Sua atuação contra a Holanda de Cruyff na final da Copa de 74 entrou para a história do futebol.
Seu bom humor também se revelava uma arma. "Quando ele erguia o tom de voz e dizia algo duro, todos corríamos para resolver. Era assustadora a transformação do rosto de anjo em demônio", garante o zagueiro do Bayern e da Seleção Schwarzenbeck. Ele usava o humor até na crise: o poderoso Bayern fazia uma terrível campanha em 1975 e andava na zona de rebaixamento. Após uma reunião para tratar da crise, os jogadores fugiram da imprensa. Apenas Maier encarou os microfones e falou solenemente. "Enviamos um ofício para a Federação Alemã pedindo que nossos adversários joguem com um a menos. Quem sabe assim pare de sobrar um atacante livre na minha frente!"
A alegria de Maier sofreu um baque em julho de 1979. Num acidente de automóvel teve fraturas nas costelas, na clavícula e no braço, lesões no fígado, no pulmão e no diafragma. Ficou seis meses treinando duro para voltar, mas já não era o mesmo. O sorriso se tornara difícil, as brincadeiras acabaram.
Sepp Maier sempre jogou no Bayern Munique, de 1965 até 1980, e atuou 95 vezes pela seleção de seu país.
Curiosidade
Sepp Maier era amigo de infância de Franz Beckenbauer. Eles jogavam tênis juntos. Beckenbauer certo dia sugeriu que fossem jogar futebol com os meninos, e Maier a princípio recusou, pois não tinha a mesma intimidade com a bola que o amigo. Beckenbauer convenceu-o então para que ao menos jogasse no gol. Sorte do futebol.

Títulos
Campeonato alemão: 1969, 1972, 1973 e 1974
Copa da Alemanha: 1966, 1967, 1969 e 1971
Recopa Européia: 1967
Liga dos Campeões da UEFA: 1974, 1975 e 1976
Mundial Interclubes: 1976
Eurocopa: 1972
Copa do Mundo FIFA: 1974

Lev Yashin - O Aranha Negra








Lev Ivanovich Yashin
Era conhecido pela alcunha de Aranha Negra na América do Sul, ou Pantera Negra na Europa, devido ao seu uniforme todo preto. Único goleiro até hoje a ganhar a Bola de Ouro da France Football, prêmio para o melhor jogador da Europa, em 1963. Quando se aposentou, em jogo-despedida de 1971, a FIFA resolveu homenageá-lo com uma medalha de ouro especial, por sua extraordinária contribuição ao esporte. Foi um entre tantos reconhecimentos que recebeu durante e após a vida, sendo popularmente considerado o melhor goleiro do século XX.
Mesmo que Yashin, por ironia, jamais tenha sido eleito o melhor goleiro em uma Copa do Mundo, a FIFA voltou a homenagear-lhe, em 1994, quatro anos após sua morte, batizando com seu nome o prêmio dado oficialmente ao melhor goleiro de uma Copa. O troféu Lev Yashin seria posteriormente renomeado para Luva de Ouro.
Começou sua carreira como goleiro de hóquei no gelo na equipe de fábrica de ferramentas onde trabalhava em plena Segunda Guerra Mundial e aos catorze anos decidiu atuar como goleiro de futebol.
Segundo a lenda, Yashin defendeu 150 pênaltis na carreira e não levou gol em 270 jogos. Inspirado no goleiro búlgaro Apostol Sokolov, em excursão deste em 1949 na URSS, deixou de restringir à pequena área, portando-se virtualmente como um líbero. Desta forma, cortava cruzamentos altos, tomava as bolas nos pés dos atacantes e bloquear-lhe os ângulos.
Yashin também prezava pela antevisão dos lances adversários, antecipando de suas observações o movimento de defesa. Aprimorando a idéia do búlgaro, espalharia pela Europa a noção de um goleiro avançado em relação à sua área.
Carreira
Yashin defendeu o Dínamo de Moscou por toda a sua carreira de 22 anos, onde ingressou em 1949. O início não foi fácil, sendo gafes comum. Foi ganhar a posição em 1953, após a saída da estrela Aleksey Khomich. Naquele ano, ele, um fã de hóquei no gelo, decidiu recusar uma convocação da Seleção Soviética de Hóquei para concentrar-se no futebol.
Sua era de ouro com o Dínamo iniciaria-se no ano seguinte, conquistando seu primeiro campeonato soviético pelo clube. Venceria a Liga outras quatro vezes (1955, 1957, 1959 e 1963). Foi também três vezes campeão da Copa da URSS (em 1953, 1967 e 1970). Entretanto, seus outros feitos no Dínamo são difíceis de se apurar com rigor, pois os melhores momentos de Yashin no clube foram nos mais fechados tempos de comunismo na Guerra Fria.
Ainda assim, no ano em que ganhou seu quarto título soviético, foi eleito o melhor jogador da Europa pela France Football, que entregou a Bola de Ouro a ele e não a Gianni Rivera, principal nome do campeão europeu daquele ano (o Milan). Yashin despediu-se em 1971, após ganhar no final do ano anterior a Copa de URSS.
Seleção
Pela Seleção Soviética jogou as Copas do Mundo de 1958, 1962, 1966 e 1970, sendo o único jogador do país a ter ido a quatro Copas, embora tenha jogado apenas as três primeiras; na última, quando já tinha 40 anos, foi como reserva de Anzor Kavazashvili, seu suplente no mundial de 1966 - na Copa em que Yashin ajudou a levar sua equipe ao quarto lugar, a melhor colocação do país na história do torneio.
Pelo fato de a Seleção render mais imagem internacional do que o Dínamo, boa parte do mito em torno de Yashin deve-se às suas exibições pela União Soviética, notadamente as realizadas nas Copas. Ele também conseguiu duas das três premiações soviéticas no futebol em seleções principais: a medalha de ouro nas Olimpíadas de 1956 e na Eurocopa 1960.
Carismático, era o modelo de pessoa para os dirigentes do Partido Comunista, do qual era membro. Já não era um estranho para o mundo do futebol quando conseguiu o ouro olímpico nos Jogos de 1956, mas só alcançou grande fama internacional após a Copa de 1958. No segundo jogo da primeira fase, contra a Áustria, terceira colocada na Copa anterior, demonstrou pela primeira vez ao Ocidente uma de suas principais habilidades características: defendeu um pênalti sem dar rebote, e os soviéticos terminaram vencendo por 2 x 0.
Mesmo no pandemônio que tomou conta da defesa soviética no jogo seguinte, quando foi a primeira do mundo a enfrentar juntamente Pelé e Garrincha, o goleiro salvou-se, levando apenas dois gols - os mesmos adversários posteriormente marcariam cinco contra a mais respeitada França e a anfitriã Suécia. Após o jogo contra os brasileiros, a URSS teve de jogar um play-off contra a Inglaterra para decidir a vaga para os mata-matas.
Yashin foi a grande figura do jogo ao segurar a pressão inglesa após o gol soviético, o único da partida. Seria este desempenho, precisamente, que o começaria a celebrizá-lo entre os inventores do futebol e os ocidentais em geral. Todavia, o jogo extra cansou os soviéticos, que não tiveram muita força para deter a anfitriã Suécia na próxima partida, pelas quartas-de-final.
Dois anos depois, realizou-se a primeira Eurocopa. A União Soviética conseguiu um lugar entre as quatro seleções que decidiram em Paris a fase final do torneio. E a Eurocopa 1960 terminaria nas mãos dos vermelhos após trabalhosa vitória na prorrogação contra a Iugoslávia: o adversário atacou mais, Yashin defendeu muito e os soviéticos conseguiram os dois gols da vitória de virada em contra-ataques, fazendo os adversários perderem a cabeça: Viktor Ponedelnik, o autor do gol do título, saiu da partida direto para um hospital, com suspeita de fratura na costela, e o meia Igor Chislenko levou doze pontos em corte no supercílio.
A participação na Copa seguinte foi garantida muito por conta do goleiro, fundamental para a classificação, em confronto direto contra a Turquia em Istambul; sua experiência e frieza foram fundamentais para segurar o selecionado soviético após os turcos empatarem a partida seis minutos após o gol da URSS, que tinha a vantagem do empate e sofreu pressão até os cinco minutos do fim, quando conseguiu marcar seu segundo gol e vencer o jogo.
Porém, sua imagem após o torneio ficou apagada: o país foi eliminado novamente nas quartas-de-final pelos anfitriões, agora os chilenos. Desta vez, por duas falhas individuais do arqueiro: na primeira, esperando uma cobrança de falta adversária em dois toques - o que não seria o caso - pois o lance que a originara tinha sido uma obstrução, não se mexeu e a bola entrou em seu ângulo esquerdo. A outra ocorreu apenas um minuto depois do gol de empate soviético, em que ele chegou atrasado em um chute rasteiro de fora da área.
Apesar da boa estreia contra a Iugoslávia, onde os lances da URSS bons (os dois gols e as defesas de seu goleiro) e ruins (a fratura de Yeduard Dubins'kyi em meio à violência adversária) foram bastante similares às da decisão da Eurocopa dois anos antes, seu mito chegara já um pouco abalado no jogo contra o Chile, piorando após a derrota para os donos da casa. A razão desse desgaste foi uma partida na primeira fase contra outros sul-americanos, os colombianos. A União Soviética vencia por 4 x 1, os três primeiros gols obtidos em três minutos no primeiro tempo. Aos 22 minutos do segundo tempo, a Colômbia conseguiu um gol olímpico que passou entre a trave e o defensor Givi Chokheli, originando discussões que destabilizaram todo o time soviético, que em dez minutos permitiu o empate em 4 x 4, o que o obrigou a se submeter novamente a um play-off, agora contra o Uruguai (vencido por 2 x 1).
A volta do Aranha Negra
Ainda assim, o goleiro manteve respeito o suficiente para ser o escolhido para defender no ano seguinte o gol da seleção do Resto do Mundo que enfrentou a Inglaterra em partida que celebrou o centenário da Football Association. 1963 também marcou-lhe a entrega da Bola de Ouro, o que fez dele o primeiro (e, até hoje, único) goleiro a receber a prestigiada premiação da France Football como melhor jogador da Europa. Um ano depois, o prestígio renovou-se um pouco com a URSS novamente alcançando o final da Eurocopa, na segunda edição do torneio. Porém, a Eurocopa 1964 acabaria ficando com a anfitriã Espanha. No mesmo ano, realizaram-se as Olimpíadas de 1964 e, apesar de favorito para vencer no futebol, o país não participou.
Veio a Copa do Mundo de 1966 e Yashin ainda amargava as lembranças de 1962, mesmo com a classificação para o mundial obtida sem maiores problemas. Na primeira fase, só foi titular na vitória contra a Itália. Já com 37 anos, foi poupado do jogo contra a Coreia do Norte, a estreia, e contra o Chile, pois os soviéticos já estavam classificados, dando seu lugar ao reserva Anzor Kavazashvili. Nas quartas-de-final,contra a Hungria, voltou ao gol e a angariar imponência, ao ser o personagem do jogo, fazendo meia dúzia de defesas antológicas. A União Soviética caiu na partida seguinte, a semifinal contra a Alemanha Ocidental, e perderia também o terceiro lugar para Portugal, mas o goleiro voltara a ser o Aranha Negra.
A URSS novamente ficou entre as quatro primeiras na Eurocopa 1968, mas com uma frustração: perdeu a vaga na final no cara e coroa, após empate sem gols contra a Itália, que terminaria campeã - a disputa por pênaltis ainda não era adotada para desempatar prorrogações e o jogo-desempate já não era mais adotado. Paralelamente, Yashin, à beira dos quarenta anos e da aposentadoria, cedia de vez o gol para seu suplente Kavazashvili. O lendário goleiro foi à Copa do Mundo de 1970, mas como reserva do georgiano, não jogando nenhuma partida.
No ano seguinte, despediu-se de vez do futebol. Falta de magia ou não, quando despediu-se de mundiais, a União Soviética demoraria 12 anos para voltar a um.
Após parar
Ele se aposentou com 42 anos, em 1971, passando a treinar equipes juvenis e trabalhar como professor de educação física, além de ter participado das comissões técnicas do Dínamo e da seleção. Em 1984 teve de amputar uma perna devido a um problema circulatório. Dois anos depois, teve um AVC. Morreu em 1990, por causa de um câncer de estômago, no ano anterior à desintegração do país em que nasceu.
Em uma eleição realizada em 1998 pela Fifa, Yashin foi escolhido o goleiro do século XX. Posteriormente, em 2004, foi eleito o melhor jogador russo dos 50 anos da UEFA, nos Prêmios do Jubileu da entidade.
Curiosidades
A frieza de Yashin no gol se manteve intacta durante toda sua carreira. Graças a um ritual pouco comum em que ele se submetia antes de jogos importantes. Nessas ocasiões, o goleiro sempre fumava um cigarro "para acalmar os nervos" e tomava uma vodca "para tonificar os músculos".
A importância do futebol para o Aranha Negra ficou evidenciada em uma referência que fez a uma das maiores conquistas da história da humanidade, Yashin disse: "A alegria de ver Yuri Gagarin no espaço só é superada pela alegria de uma boa defesa de um pênalti".
Fã do futebol brasileiro e do goleiro Gilmar, em 1965 obteve licença de seu governo para visitar o Brasil, escolhendo o Rio de Janeiro. Passava as manhãs na praia e às tardes treinava os goleiros do Flamengo, onde também mantinha a forma.
Prêmios e homenagens
Melhor jogador da Europa em 1963 - Prêmio Ballon d'or (até hoje foi o único goleiro a ganhar tal honraria)
Em 1968 foi condecorado com a Ordem de Lenin por sua vitoriosa carreira de grande esportista soviético.
Lev Yashin é considerado como o melhor goleiro da história das Copas do Mundo. Por isso o troféu da FIFA dado ao melhor goleiro do campeonato, que foi entregue pela primeira vez em 1994, leva o seu nome em reconhecimento a seu magnífico trabalho.
Em 27 de dezembro de 1999 foi eleito como o melhor esportista russo do século XX, pelos jornalistas esportivos do seu país.
Em 2004, foi eleito o melhor jogador russo dos 50 anos da UEFA, nos Prêmios do Jubileu da entidade.
Eleito o goleiro da Seleção de Futebol do Século XX.
Títulos
Campeonato Soviético (1954, 1955, 1957, 1959 e 1963)
Copa da URSS (1953, 1967 e 1970)
Medalha de Ouro nas Olimpíadas de 1956
Eurocopa 1960




Estatisticas




Jogos - 812




Penaltis defendidos - 150




Jogos sem levar gols - 270

Seleção Fifa

No último Brasileiro de Futebol de Mesa, realizado em Poços de Caldas, resolvi mudar e fazer um time diferente, antes só fazia Vasco e tentei fazer o Real Madrid e Santos, mas queria um time diferente, algo que chamasse atenção. Pensei num time colorido mas não bastava ser colorido, tinha que ser diferente.
Comecei a ver os times que jogavam contra e fui tirando uma idéia de como seria. Pensei em tamanho, grau e outras coisas e quem faria o time. Pensei no seu Lourival que já tinha feito times coloridos mas meu amigo Fernando me indicou o Pexe e algumas pessoas com que joguei deram boas referências.
Bolei um time de Copas do Mundo, adoro Copas do Mundo, então achei interessante fazer um jogador de cada seleção usando as cores de seu uniforme mas agora como achar 13 jogadores de Copas sem esquecer alguém?
Fui começar pelo goleiro e não tive muita dúvida, Lev Yashin seria o escolhido e tinha que ser um todo preto e o Pexe já tinha um goleiro assim, portanto foi o primeiro a ser comprado.
Queria cinco jogadores de defesa e quis fazê-los alto, na primeira idéia pensei na lateral direita o Carlos Alberto representando o Brasil de 70, a zaga formada por Beckenbauer e Baresi e na lateral esquerda Maldini, o melhor lateral esquerdo que vi jogar, e para última opção escolhi Bobby Moore da Inglaterra, outro campeão Mundial.
Eu quis uns jogadores passadores do mesmo jeito do meu time antigo, queria três jogadores assim. Um deles teria que ser o Cruijff e sua lendária camisa 14, Zidane seria o outro e para completar escolhi Maradona que ganhou a Copa de 86 praticamente sozinho.
No ataque escolhi um trio brasileiro, Pelé, Romário e Ronaldo e agora estava faltando um. Resolvi fazer um atacante diferente e fiz o Puskas que fez história na Copa de 54.
Pexe demorou em fazer o time, isso me disseram dele também, mas gostei demais e prontamente mandei completar minha seleção mundial mas agora com só campeão mundial e fiz uma pesquisa para fazer os novos jogadores que devem estar prontos para o ano que vem.
Numa visita ao Pexe para encomendar o restante da seleção ele me deu de brinde um botão azul e branco que fiz o Paolo Rossi e meu pai me deu um jogador branco e preto que fiz o Fritz Walter. No final das contas serão 26 jogadores e 2 goleiros, o segundo goleiro fiz o Sepp Maier que contribuiu para a Holanda não ser campeã Mundial em 70.
Difícil foi arrumar os números para esses craques mas a 10 teve que ser de Pelé, não podia ser diferente e hoje minha seleção ficou assim:
Goleiros
1 – Lev Yashin
12 – Sepp Maier
Defesa
3 – Maldini
4 – Carlos Alberto
5 – Beckenbauer
6 – Baresi
15 – Bobby Moore
27 – Fritz Walter
Meio Campo
14 – Cruijff
18 – Maradona
21 – Zidane
Ataque
9 – Ronaldo
10 – Pelé
11 – Romário
16 – Puskas
20 – Paolo Rossi