Capítulo 2 - A saga continua
Depois de irmos dormir quase às seis horas tivemos que acordar nove e meia para não perder o café do hotel e aproveitarmos o dia.
Fernando colocou sua sunguinha modelo anos 80 e para nossa sorte colocou um short por cima e fomos tomar café. Mesa farta com bastante coisa para comer e nós aproveitamos e quando pensamos que tínhamos acabado Igor fala que quer comer sucrilhos, esse menino foi criado pelo vó.
Depois que Igor comeu o sucrilhos, eu já tinha pegado as cervejas que deixei gelando na geladeira do hotel, saímos novamente sem rumo. Daniel começou a ligar e Igor ficou encarregado de falar com ele.
Igor falou que ele estava na praia mas tinha esquecido o nome e quando avistou uma placa com o nome de Paúba falou que era essa praia, passamos no posto para comprar gelo para gelar a cerveja e já começarmos a beber e tentamos achar essa praia mas parecia que era longe então eu mesmo liguei para o Daniel e nem mesmo ele sabia o nome da praia mas não era Paúba pois o nome que ele deu terminava com ça e falou que era para chegar ao hotel que ele estava eu não sei de onde tirei o nome do hotel era Victorino mas perguntamos a um frentista que nos orientou para chegar nessa praia que terminava com ça.
Chegamos a tal praia e o nome do hotel era Valentina Hotel, Igor já tinha falado que era esse nome mas como falou que Daniel estava em Paúba ninguém acreditou nele. Fernando estacionou o carro dentro do hotel para não pagar flanelinha e fomos procurar Daniel que com aquele tamanho todo era mais fácil nos achar.
Contamos a nossa aventura do dia anterior para Daniel que não parava de rir e Igor queria um óculos pois era o único que não estava usando.
Fernando possuía dois óculos escuros e me emprestou um, peguei o mais moderno pois o outro sua mãe havia lhe dado fazia mais de 15 anos como esse Fernando é nostálgico, ele ainda tem toca fitas no carro.
Todo ambulante que passava vendendo óculos eu e Fernando apontávamos para Igor mas quando o vendedor chegava ele falava que não queria até chegar uma baiana com aquele isopor cheio de óculos e fomos mostrando os mais extravagantes, verde limão, amarelo com preto, vermelhão mas ele queria um Ray Ban e a baiana tirou um da bolsa que era o que Igor queria, agora teríamos que negociar pois tudo na praia é vendedor de rede, ela pediu R$ 35,00 mas achamos caro e por esse preço não mas ela insistiu e nós também depois de pouca negociação conseguimos os óculos por R$ 15,00 mas pagamos R$ 16,00 pois ninguém tinha R$ 1,00 mas mesmo assim conseguimos um bom desconto e Igor ficou se achando com os óculos novo mas ficou parecendo que saiu do seriado dos Chips, só os mais velhos vão entender isso.
Igor queria dar uma volta pela praia e dar um mergulho e como Fernando parecia ter colado na cadeira eu fui mas foi melhor tínhamos medo que Fernando tirasse o short e termos que andar com ele pela praia com a famosa sunguinha.
Espalhamos protetor e fomos passear pela praia e quando estávamos saindo debaixo da barraca o Igor me solta à seguinte frase:
- Eu queria andar na banana!
Depois ele tentou consertar:
- Não! Eu queria aqueles de montar em cima!
Estava ficando pior e tive que voltar e contar para o Fernando.
Eu nunca tinha ido a praias paulista e estranhei muito a areia de lá mas a água estava muito boa e ficamos muito tempo por lá.
Voltamos para a barraca e Igor queria continuar o passeio mas eu ataquei as batatas fritas do Vinicius, filho de Daniel e Igor só ria. Perguntei se o Igor queria jogar Frescobol, primeiro ele me sacaneou e depois perguntou de era o que jogava com uma bola de penas e eu falei que não era peteca, mostrei para ele o que era e ele foi comprar as raquetes e ficou perturbando para irmos jogar e teria que passar de novo protetor mas me distrai e como para meu espanto o protetor do Fernando era moderno, de spray, só espirrei e não passei e fui ensinar o Igor a jogar Frescobol.
Foi difícil para ensinar Igor a jogar pois ele queria ser o Nadal mas no Frescobol não tem ponto e tinha horas que ele se empolgava. Eu já estava cansado e pedi para sair e quando cheguei à barraca Fernando falou que eu estava com umas manchas brancas e foi nessa hora que lembrei que não espalhei o protetor mas fiquei quieto para não ser zoado e foi nessa hora que Fernando decidiu ir jogar com Igor. Eu e Igor ficamos apreensivos pois ele iria tirar o short para entrar na água e ficamos ali na expectativa mas para nossa sorte ele entrou na água de short mesmo.
A raquete que compramos na praia era tão boa que partiu ao meio a sorte que Hommer, cunhado de Daniel tinha umas novinhas e nos emprestou e Igor na sua inocência acreditou que Hommer participava do Campeonato Paulista de Frescobol e que fazia parte do ranking da Federação Paulista de Frescobol.
Decidimos passear em Ilha Bela mas Igor queria passar condicionador no cabelo por causa do sal então resolvemos nos passar por hospedes e tomar uma ducha na piscina do hotel e depois rumar para Ilha Bela.
Na Ilha Bela não aproveitamos muito pois estávamos acabados, praia cansa mas mesmo assim fomos conhecer o local. Paramos na Praia do Portinho e não tivemos coragem de entrar na água e ficamos vendo duas figuras jogar vôlei. Um parece meio chapado se não estivesse estava desperdiçando talento e o outro tinha um super saque que nunca passava para o outro lado e só o pinguço fazia ponto pois o de atitude suspeita não conseguia jogar a bola para o outro lado.
Em Ilha Bela Fernando cometeu o pecado de falar o slogan do filme Stallone Cobra – “O crime é uma doença e eu sou a cura” e falou que Igor estava com o óculos do Cobra e pronto Igor ficou repetindo essa frase a viagem inteira mas nunca se esquecendo dos bordões Modesto e Chupeta.
Decidimos voltar para o hotel e descansar para sairmos à noite para jantar, estávamos cansados demais.
Quando chegamos ao hotel cai na besteira de tirar a camisa e pronto Igor e Fernando começaram a rir pois eu estava rosa com bolas brancas pelo corpo parecendo um desenho animado e ali já surgiram vários apelidos – camisa nova do Barça, Grená, Hanseníase e alguns outros.
Fernando me liga o ar condicionado com a temperatura a 16 graus e quando sai do banho me deu uma tremedeira que não sabia se era de frio ou do sol que peguei e entrei debaixo das cobertas para tentar descansar.
Ninguém dormiu na verdade, ficamos assistindo o Melhor do Brasil e contando piadas e um sacaneando o outro, Fernando só ria enquanto Igor e Carioca ficava um sacaneando o outro.
Depois tem a última parte dessa aventura e o emocionante encontro com a mãe do E. T..
Fernando colocou sua sunguinha modelo anos 80 e para nossa sorte colocou um short por cima e fomos tomar café. Mesa farta com bastante coisa para comer e nós aproveitamos e quando pensamos que tínhamos acabado Igor fala que quer comer sucrilhos, esse menino foi criado pelo vó.
Depois que Igor comeu o sucrilhos, eu já tinha pegado as cervejas que deixei gelando na geladeira do hotel, saímos novamente sem rumo. Daniel começou a ligar e Igor ficou encarregado de falar com ele.
Igor falou que ele estava na praia mas tinha esquecido o nome e quando avistou uma placa com o nome de Paúba falou que era essa praia, passamos no posto para comprar gelo para gelar a cerveja e já começarmos a beber e tentamos achar essa praia mas parecia que era longe então eu mesmo liguei para o Daniel e nem mesmo ele sabia o nome da praia mas não era Paúba pois o nome que ele deu terminava com ça e falou que era para chegar ao hotel que ele estava eu não sei de onde tirei o nome do hotel era Victorino mas perguntamos a um frentista que nos orientou para chegar nessa praia que terminava com ça.
Chegamos a tal praia e o nome do hotel era Valentina Hotel, Igor já tinha falado que era esse nome mas como falou que Daniel estava em Paúba ninguém acreditou nele. Fernando estacionou o carro dentro do hotel para não pagar flanelinha e fomos procurar Daniel que com aquele tamanho todo era mais fácil nos achar.
Contamos a nossa aventura do dia anterior para Daniel que não parava de rir e Igor queria um óculos pois era o único que não estava usando.
Fernando possuía dois óculos escuros e me emprestou um, peguei o mais moderno pois o outro sua mãe havia lhe dado fazia mais de 15 anos como esse Fernando é nostálgico, ele ainda tem toca fitas no carro.
Todo ambulante que passava vendendo óculos eu e Fernando apontávamos para Igor mas quando o vendedor chegava ele falava que não queria até chegar uma baiana com aquele isopor cheio de óculos e fomos mostrando os mais extravagantes, verde limão, amarelo com preto, vermelhão mas ele queria um Ray Ban e a baiana tirou um da bolsa que era o que Igor queria, agora teríamos que negociar pois tudo na praia é vendedor de rede, ela pediu R$ 35,00 mas achamos caro e por esse preço não mas ela insistiu e nós também depois de pouca negociação conseguimos os óculos por R$ 15,00 mas pagamos R$ 16,00 pois ninguém tinha R$ 1,00 mas mesmo assim conseguimos um bom desconto e Igor ficou se achando com os óculos novo mas ficou parecendo que saiu do seriado dos Chips, só os mais velhos vão entender isso.
Igor queria dar uma volta pela praia e dar um mergulho e como Fernando parecia ter colado na cadeira eu fui mas foi melhor tínhamos medo que Fernando tirasse o short e termos que andar com ele pela praia com a famosa sunguinha.
Espalhamos protetor e fomos passear pela praia e quando estávamos saindo debaixo da barraca o Igor me solta à seguinte frase:
- Eu queria andar na banana!
Depois ele tentou consertar:
- Não! Eu queria aqueles de montar em cima!
Estava ficando pior e tive que voltar e contar para o Fernando.
Eu nunca tinha ido a praias paulista e estranhei muito a areia de lá mas a água estava muito boa e ficamos muito tempo por lá.
Voltamos para a barraca e Igor queria continuar o passeio mas eu ataquei as batatas fritas do Vinicius, filho de Daniel e Igor só ria. Perguntei se o Igor queria jogar Frescobol, primeiro ele me sacaneou e depois perguntou de era o que jogava com uma bola de penas e eu falei que não era peteca, mostrei para ele o que era e ele foi comprar as raquetes e ficou perturbando para irmos jogar e teria que passar de novo protetor mas me distrai e como para meu espanto o protetor do Fernando era moderno, de spray, só espirrei e não passei e fui ensinar o Igor a jogar Frescobol.
Foi difícil para ensinar Igor a jogar pois ele queria ser o Nadal mas no Frescobol não tem ponto e tinha horas que ele se empolgava. Eu já estava cansado e pedi para sair e quando cheguei à barraca Fernando falou que eu estava com umas manchas brancas e foi nessa hora que lembrei que não espalhei o protetor mas fiquei quieto para não ser zoado e foi nessa hora que Fernando decidiu ir jogar com Igor. Eu e Igor ficamos apreensivos pois ele iria tirar o short para entrar na água e ficamos ali na expectativa mas para nossa sorte ele entrou na água de short mesmo.
A raquete que compramos na praia era tão boa que partiu ao meio a sorte que Hommer, cunhado de Daniel tinha umas novinhas e nos emprestou e Igor na sua inocência acreditou que Hommer participava do Campeonato Paulista de Frescobol e que fazia parte do ranking da Federação Paulista de Frescobol.
Decidimos passear em Ilha Bela mas Igor queria passar condicionador no cabelo por causa do sal então resolvemos nos passar por hospedes e tomar uma ducha na piscina do hotel e depois rumar para Ilha Bela.
Na Ilha Bela não aproveitamos muito pois estávamos acabados, praia cansa mas mesmo assim fomos conhecer o local. Paramos na Praia do Portinho e não tivemos coragem de entrar na água e ficamos vendo duas figuras jogar vôlei. Um parece meio chapado se não estivesse estava desperdiçando talento e o outro tinha um super saque que nunca passava para o outro lado e só o pinguço fazia ponto pois o de atitude suspeita não conseguia jogar a bola para o outro lado.
Em Ilha Bela Fernando cometeu o pecado de falar o slogan do filme Stallone Cobra – “O crime é uma doença e eu sou a cura” e falou que Igor estava com o óculos do Cobra e pronto Igor ficou repetindo essa frase a viagem inteira mas nunca se esquecendo dos bordões Modesto e Chupeta.
Decidimos voltar para o hotel e descansar para sairmos à noite para jantar, estávamos cansados demais.
Quando chegamos ao hotel cai na besteira de tirar a camisa e pronto Igor e Fernando começaram a rir pois eu estava rosa com bolas brancas pelo corpo parecendo um desenho animado e ali já surgiram vários apelidos – camisa nova do Barça, Grená, Hanseníase e alguns outros.
Fernando me liga o ar condicionado com a temperatura a 16 graus e quando sai do banho me deu uma tremedeira que não sabia se era de frio ou do sol que peguei e entrei debaixo das cobertas para tentar descansar.
Ninguém dormiu na verdade, ficamos assistindo o Melhor do Brasil e contando piadas e um sacaneando o outro, Fernando só ria enquanto Igor e Carioca ficava um sacaneando o outro.
Depois tem a última parte dessa aventura e o emocionante encontro com a mãe do E. T..